Arquivo mensal: outubro 2013

#Saúde – 1 mês sem o cigarro!

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Olá meninas tudo bem?

Hoje estou comemorando uma data muito boa em minha vida, 1 mês sem o cigarro, quem não fuma pode até estranhar tanta pompa, mas só quem fuma sabe realmente como é difícil parar de fumar, principalmente quando se fuma a muito tempo como eu que já fumava quase a 10 anos.

No começo eu fumava cigarro de sabor de menta, cigarro preto, de canela, de cereja, fumava por que achava bonito, gostava do gosto era ‘descolado’ naquela época, é impressionante como a industria de cigarros fazem de tudo para atrair jovens para esse vicio.

Eu parei dia 28 de Setembro de 2013, com isso deixei de fumar 521 cigarros e economizei R$ 149,99.

Spectrum♡ | via Tumblr

Adorava fumar, minhas amigas todas fumam e era uma delícia sentar em um café e fumar um cigarrinho. Mas todos nós estamos cansados de saber que cigarro mata, faz muito mau e não traz nenhum benefício para a nossa vida!

Durante a gestação no ano passado eu parei tranquilamente, o cigarro me enjoava muito então foi muito fácil naquela época, mas agora era uma situação completamente diferente, eu comecei a fumar novamente quando estava sofrendo o surto psicológico e naquele momento quando fui internada praticamente todos os pacientes daquele lugar fumavam, logo foi automático.

 

Na segunda vez o tabagismo me afetou de tal forma que dobrei o vicio, comecei a fumar praticamente quase um maço por dia, ficava sem comer e fumava o tempo todo, admito que parar foi muito difícil mas muito difícil mesmo, no começo ficava nervosa, chorosa, me sentia muito mal, me faltava o cigarro como um ente querido, meu único companheiro nas tardes vazias de depressão natural que eu me sentisse daquele jeito, tive 2 recaídas e fumei 2 cigarros, apenas 2 que me fizeram sentir pior ainda, então definitivamente larguei.

No começo a vontade de comer doce era fulminante, o tempo todo sentia vontade, ficava nervosa estressada, tudo me irritava, nesse período a depressão quase me pegou novamente, mas fui forte e lembrei o porque estava parando de fumar (minha cirurgia) então firmemente continuei, comprei Trident aquele chiclete sem açúcar para os momentos mais críticos.

† Diário De Uma Gótica † | via Tumblr

Outro medo era de engordar… É super comum uma pessoa parar de fumar e “trocar” o vício por uma outra coisa, e a ansiedade faz com que a pessoa corra para chocolates, frituras e comidas em geral… Então vou dar algumas dicas de como evitar isso:

Um dos receios mais comuns ao deixar de fumar é o ganho de peso. Embora seja verdade que muitos indivíduos chegam a ganhar peso, outros estudos mostram que a grande maioria dos indivíduos volta ao seu peso inicial nos doze meses seguintes após abandono deste hábito.

O aumento de peso após parar de fumar ocorre em parte pela diminuição da taxa metabólica basal, quando a nicotina desaparece, uma vez que esta, tal como a cafeína, tem a capacidade de aumentar a taxa metabólica há uma diminuição em torno de 6% do metabolismo, sem considerar sua ação na diminuição do apetite. O tabaco e a nicotina podem ter outros efeitos fisiológicos que afetam o comportamento e os mecanismos sensoriais e conseqüentemente afetam a ingestão alimentar e o aumento do apetite.

Para quem planeja deixar de fumar, mas está preocupada com o risco de aumentar o peso a chave do problema está em equilibrar o balanço energético, ou seja, balancear o consumo e gasto de calorias.

  1. Faça um diário alimentar 5 dias antes de deixar de fumar.
  2. Continue a fazer o diário após deixar de fumar. Compare com o que comia antes e identifique os tempos em que come mais e o tipo de alimentos ingeridos.
  3. Aprenda a ultrapassar os momentos mais difíceis e faça lanches de baixo valor calórico. De acordo com especialista a vontade de voltar a fumar dura no máximo 5 minutos.
  4. Dê um fim às guloseimas como: doce, biscoito recheado, chocolate e pacotes de salgadinho – para não devorá-las em um ataque compulsivo. Aposte em biscoitos com fibra em pacotes individuais, frutas secas como damasco e ameixa, além de pipoca de canjica salgada. O crec-crec desses petiscos ajuda a aliviar a ansiedade e não são tão calóricos.
  5. Tenha sempre a mão alimentos saudáveis para beliscar: morango, mirtilos, jabuticaba e amora; frutas cortadas em cubinhos (pera, maçã, melão), hortaliças cortadas no formato de palito (pepino, cenoura, nabo, erva-doce fresca, rabanete e tomate). Deixe em potes na geladeira já pronto.
  6. Faça refeições a cada 3 horas para evitar “ataques de fome e compulsão”.
  7. Mantenha-se ativo. Exercício queima calorias e ajuda a controlar o peso, além de liberar substâncias que trazem bem-estar, reduzindo a vontade de acender um cigarro.
  8. Inclua ovo, frango, peixe e carnes magras no almoço e jantar; shake proteico, queijo fundido light (tipo Polenguinho) e fatias de peito de peru no lanche. As proteínas aceleram o metabolismo, dão mais saciedade e reduzem o comer compulsivo.
  9. Evite o cafezinho. Alguns alimentos “convidam” a fumar, portanto é melhor tirá-los da mesa nas primeiras semanas: carnes, bebidas alcoólicas (cerveja, vinho) e principalmente o café.
  10. Capriche na hidratação. A hidratação ajuda a desintoxicar o organismo, já que a nicotina é liberada pela urina. Beba água a cada hora e sempre que vier a ter vontade de fumar.
  11. Tenha sempre na bolsa ou na gaveta do escritório algo passível de ser mordiscado: bala e chiclete diet, canela em pau, lasquinhas de gengibre, cravo, anis-estrelado.

Como parar de fumar e não engordar

Por enquanto tenho controlado meu peso com ajuda da nutricionista, tenho feito uma reeducação  alimentar, e tenho procurado me distrair para que eu não pense no cigarro e logo não me de vontade, ultimamente não tenho nem mais lembrado do cigarro, então espero que dessa vez seja definitivo e que eu não volte um dia a fumar novamente.

E vocês meninas? Alguém fuma ou já fumou?

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#comportamento – Eu não visto 36!

Olá meninas tudo bem?

Essa semana estive navegando pelo Instagram, e olhando as paginas das blogueiras, e assuntos de moda percebi que está rolando uma polemica no tal “corpo perfeito” da modelo Isabel Goulart.  Veja:

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A gente não sabe como anda a saúde da Izabel, muito menos se ela é “desnutrida” ou “anoréxica”. Sim, ela é realmente muito magra. Mas como colocou uma leitora nos comentários da matéria, ser muito magra não é sinônimo de doença, assim como ser gorda também não é. Acredito que toda aceitação vem do respeito e se a gente espera respeito pelas nossas gorduras extras, devemos, no mínimo, respeitar outros tipos de corpo diferentes dos nossos.

Posto isso, digo que me envergonho desse tipo de jornalismo que rotula, que impõe, que glorifica um lado em detrimento do outro. E penso, em que ano estamos? Jura mesmo que em 2013, com esse movimento tão grande de aceitação, ainda temos que ler que existe somente um tipo específico de corpo perfeito? Como se todas as mulheres desse mundo devessem achar uma coisa bonita, só porque a pessoa que está do lado de lá, protegida por um grande veículo, acha…  E digo uma coisa, todos os corpos são perfeitos. Por mais que tenham defeitos, são lindos.

As mulheres de proporções “perfeitas” estão em todas as revistas, anúncios, catálogos, comerciais de TV: 90 de busto, 60 de cintura, 90 de quadril, todas vestindo o desejadíssimo manequim 38. Elas não são nem tão magras quanto as modelos de passarela nem tão voluptuosas como as mulheres fruta. Elas são equilibradas. Elas são inatingíveis. Elas vendem saúde, o sorriso é branquíssimo, o bronzeado vive em dia, uma pele sem manchas, uma bunda durinha e curvas perfeitas. Elas são um sonho. Elas são o que você não é. Elas são, aliás, algo ainda pior: elas são o que você poderia ser. A mulher ideal.

Bastava só um remedinho a mais, uma dieta um pouco mais forte, horas e dias extras na academia, um tratamento estético especial. Porque o que elas fazem é deixar as garotas “reais”, nós, com água na boca, famintas por todos aqueles atributos estampados ou projetados na tela. Ah, como elas fazem a gente viver de mal com a gente, não é? Você não se sente assim? Um pouco? Muito?

Então fico pensando, por que eu deveria achar aquele corpo bonito? Ele não se assemelha em nada com o meu: sou baixinha, tenho quadris largos e peito grande. Nunca, jamais, nem se fizesse mil regimes e emagrecesse a minha última grama de gordura, eu NUNCA ia me parecer com ela – alta, magra, reta e com braços finos. Deixando de lado o meu gosto pessoal e o que eu acho bonito, por que eu acharia aquilo, que é tão distante da minha realidade, “perfeito”?! Por que tem alguém tentando sempre me colocar para baixo, dizendo que aquilo é incrível e, logo, deixando subentendido que o meu não é, já que o “ideal” está completamente distante de mim (e da maior parte das brasileiras).

Aviso sério. Quem quer realmente entrar em uma calça 36 não vai conseguir fazendo uma dieta atrás da outra. Todo mundo precisa comer de forma saudável. Fazer regimes de abstinência e depois compensar comendo tudo o que não comeu no dia seguinte causa problemas graves, explica a nutricionista. Entre outras coisas, isso faz com que seu corpo não emagreça. E é preciso entender que ser magra não tem nenhuma ligação com ser saudável. A afirmação pode parecer óbvia, ou escandalosa. Afinal, estamos acostumadas a associar magreza com saúde desde que nascemos. “O que mede a saúde de alguém não é o peso. Mas a taxa de açúcar no sangue, a hereditariedade, uma série de fatores que não podem ser medidos pelo peso. Muitas vezes emagrecer pode ser tudo, menos saudável.

Atenção para as palavras da nutricionista: “Não existe nenhum remédio que vá te fazer entrar em uma calça 36 se esse não for o seu biotipo”. Ela disse nenhum, percebeu?

Enfim meninas, deixo o espaço dos comentários para quem quiser deixar seu ponto de vista, peço só que mantenham respeito e um nível racional de discussão ;) De resto, sintam-se a vontade para expressar todos os seus sentimentos! Me contem, o que vocês acharam da “polêmica”?!?

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#Comportamento – Quando engravidar depois de uma perda?

Perder um bebé pode ser devastador, quer seja um aborto, durante o parto, ou mesmo depois do parto… tudo necessita de sarar: o corpo e o espírito.

Depois do rol de emoções que sentirá quando surge uma perda, começará a questionar o seu caminho para a maternidade. Quando começar tudo de novo?

O TEMPO RECOMENDADO

Na realidade, o tempo que uma mulher espera para voltar a engravidar depende sempre do tipo de perda que experienciou, mas geralmente são necessários cerca de 3 meses para recuperar a condição física, este é o tempo mínimo necessário depois de uma perda, que o útero e o corpo necessitam para sarar. Deve esperar-se até à menstruação normalizar e, claro, até ao médico dizer que já pode voltar a tentar de novo.

Depois de um aborto espontâneo, usualmente as perdas sanguíneas param passado uma semana (caso isto não aconteça, deverá dirigir-se ao seu médico assistente). A exaustão também poderá apoderar-se de si durante alguns dias. Tudo depende da sua perda, caso tenha acontecido um aborto espontâneo sem perdas de sangue prolongadas, é provável que vá ovular dentro de 2 a 4 semanas depois do aborto. Para saber se está a ovular, verifique a temperatura corporal, ou observe o muco cervical, desta forma saberá se a ovulação está a ocorrer. Mesmo no caso de um aborto, em que tenha sido necessária uma curetagem para o completar, o seu período menstrual pode surgir cerca de 28 dias depois, e a ovulação pode ocorrer passadas 2 semanas, levando assim cerca de 1 mês a 6 semanas para o seu corpo voltar ao normal. Porém, o ciclo pode levar meses a regular-se.

Pesquisas sugerem que o risco de sofrer um aborto, na próxima gravidez, aumenta em 50% caso não espere por voltar a ter um ciclo regular antes de voltar a tentar.

Caso tenha tido uma gravidez ectópica – onde o ovo fertilizado se implanta numa das trompas de Falópio ou fora do útero – é muito importante que seja acompanhada pelo seu médico para se certificar que não está a passar por outra gravidez ectópica, e que esta gravidez de facto acontece no útero.

QUANDO VOLTAR A TER RELAÇÕES SEXUAIS

Depois de uma perda relacionada com o aborto, é importante que não tenha sexo logo de seguida, pelo menos enquanto as perdas sanguíneas não tiverem parado. Enquanto estiver a recuperar, as relações sexuais podem provocar infecções. Mesmo antes de aparecer o período menstrual, deve usar contraceptivos. Logo que o corpo perceba que não está grávida ele trata de fazê-la fértil de novo, mesmo antes do primeiro período menstrual, por isso, dê tempo ao seu corpo para recuperar.

USAR O TEMPO AO SEU FAVOR PARA UM NOVO COMEÇO

Nem sempre o tempo é o maior determinante da altura para voltar a conceber, muito também depende do seu estado emocional. O tempo necessário à sua cura emocional só dependerá de si. Umas mulheres estão prontas a engravidar de novo logo depois de uma perda, outras demoram mais tempo; tudo varia de mulher para mulher e, no seu caso, tudo dependerá de si. A perda que sofreu poderá significar um período de tempo maior ou menor sem pensar em tentar engravidar. Não se preocupe, quando chegar de novo à altura, você saberá.

TERAPIA CONCEPÇÃO

Por vezes o tentar conceber de novo pode ser muito terapêutico, mas claro, isto também varia de mulher para mulher. Enquanto umas mulheres conseguem ultrapassar uma perda com uma nova tentativa de conseguir uma gravidez bem-sucedida, outras não vêem solução nesta decisão. Analise bem os seus sentimentos, seja sincera consigo, e tente perceber se esta solução é a indicada para si.

PERGUNTE SE

Está pronta para voltar a conceber, uma vez mais? Quer demore meses ou anos para começar a tentar engravidar de novo, saiba que o seu coração irá guiá-la neste processo de decisão. O coração também tem de sarar, e só você saberá se ele está curado.

Depois de uma perda, muitas mulheres sentem-se isoladas ou com vontade de o fazerem, enquanto outras gostam de conversar sobre a perda. Tente compreender que nem todas as pessoas vão compreender as suas emoções, para uma pessoa que não esteja a acompanhar a situação, uma perda geracional é apenas mais uma.  Porém, saiba que conversar acerca das suas emoções é essencial, especialmente com o seu parceiro e família. Não guarde tudo para si, mantenha não só o corpo saudável, mas também a sua mente.

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#Saúde – Reeducação Alimentar, O primeiro passo para qualidade de vida.

Olá meninas tudo bem?

Hoje o assunto é reeducação alimentar, vocês como eu com certeza já ouviram falar nesse assunto porém nunca procuram saber de verdade o que é, não é mesmo?

E pra quem já conhece ou pratica a reeducação alimentar conte pra mim sua experiencia aqui em baixo nos comentários, ok?

Sim, é difícil abandonar hábitos ruins que nos acompanham a muito tempo, eu por exemplo sou uma eterna formiga, e aderir esse processo sem incluir aquele docinho está sendo difícil sim, mas com ajuda das frutas eu chego lá, uma das coisas mais difíceis foi parar de fumar e tomar esse passo para grande transformação.

Mais cada dia que passa a gente vai em busca do resultado, e quando chegar a hora da primeira medição e a balança mostrar aqueles quilinhos a menos com certeza vai valer muito a pena, né?

Bom neste post eu vou definir pra vocês como funciona a a reeducação alimentar e depois vou mostrar a vocês como está sendo a minha que foi passada pela a dra. Carla Pelliciari, vamos lá?

Reeducação alimentar é um termo muito comentado ultimamente como o “segredo” para eliminar peso e ter uma vida mais saudável, livre de doenças e do efeito sanfona. Mas você sabe no que consiste esse processo?

Durante toda a nossa vida, principalmente na infância, aprendemos o que e como devemos comer com nossos pais e pessoas da nossa convivência, nem sempre alimentos saudáveis.

Quando ficamos mais velhos ou nos deparamos com alguma doença como hipertensão, colesterol ou mesmo com o sobrepeso, tomamos consciência da importância da alimentação para uma vida melhor e descobrimos que não nos alimentamos de forma balanceada.

Aí é que entra a reeducação alimentar, que na verdade consiste na mudança de alguns hábitos, mas sem deixar de fora o que faz parte da cultura do indivíduo.

A principal coisa que devemos aprender é que areeducação alimentar não consiste em deixar de comer tudo o que gosta e passar a comer somente frutas, verduras, legumes e alimentos light. Muito pelo contrário, é aprender que você pode comer tudo, mas sem exageros e de forma equilibrada.

O ideal é que o processo seja feito individualmente e com orientação de uma nutricionista, pois uma recomendação pode ser adequada para uma pessoa mas não será para outra. Deve-se levar em conta o estilo de vida, assim como a presença de doenças pré-existentes.

Mas de maneira geral podemos pontuar algumas atitudes que qualquer pessoa pode adotar para “reeducar” a sua alimentação:

– Beba de 8 a 10 copos de água por dia;

– Evite o consumo de alimentos industrializados e fast-food;

– Substitua refrigerantes por sucos de frutas naturais;

– Inclua alimentos integrais no seu cardápio;

– Evite o consumo de alimentos ricos em gordura como: frituras, carnes gordas, queijos amarelos, manteiga;

– Doces são permitidos, mas esporadicamente e em pequena quantidade;

– Pratique atividade física regularmente.

diet

Olha fotinho do meu prato ai gente, rs.

Bom meninas já comentei aqui no post da primeira visita na dra. Carla Pelliciari que ela tinha me pasado uma reeducação alimentar, de acordo com meus exames e pela quantidade de peso que preciso perder, portanto não repita a minha que é personalizada para o objetivo que eu preciso alcançar, mas se você quiser saber se você pode seguir uma reeducação alimentar, procure uma nutricionista faça os exames necessários, e bora comer corretamente!

Minha alimentação

café da manhã: 1 iougurte

almoço: salada de folhas e filé de frango ou carne

café da tarde: uma fruta

jantar: salada de folhas e filé de frango ou carne

ceia: 1 fruta

Alimentar se de 4 em 4 horas.

Vou colocar abaixo os relatórios passado pela minha nutricionista depois de avaliado meus exames:

 

Por enquanto é essa alimentação que tenho feito, em breve mudará de acordo com as consultas.

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#Cultura – TOP 5 livros de auto ajuda

Você Pode Curar Sua Vida - Col. Pegue & Leve Saraiva

5° LUGAR: Você pode curar sua vida.

Você Pode Curar sua Vida, de Louise Hay, Editora Best Seller: A autora escreveu o livro após curar-se de um câncer através de um tratamento intensivo, que incluiu reequilíbrio nutricional, psicoterapia, afirmações e visualizações. Depois de vencer sua própria batalha, Louise testou sua filosofia positiva como conselheira em grupos de apoio. Na publicação, ela descreve como novos padrões de pensamento podem melhorar a vida do leitor.

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O Melhor Momento - Aproveitando ao Máximo Toda a Sua Vida

4°LUGAR: Melhor momento

O Melhor Momento: Aproveitando ao Máximo Toda a sua Vida, de Jane Fonda, Editora Best Seller: Aos 75 anos, a atriz norte-americana, referência em beleza em qualquer idade, reúne seus ensinamentos sobre a arte de envelhecer bem. Ela destaca a importância de viver plenamente no amor, na saúde, no sexo, com o corpo e a mente, e dá conselhos para quem quer se aproximar de sua trajetória de sucesso.

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O Monge e o...

3° LUGAR: O monge e o executivo

O Monge e o Executivo: Uma História Sobre a essência da Liderança, de James C. Hunter, Editora Sextante: A história de um famoso empresário reconhecido pela habilidade motivar pessoas que abandona a carreira para se tornar monge serve para o autor descrever, de forma clara, os princípios fundamentais que regem os verdadeiros líderes. A experiência de Hunter vem de quase três décadas como consultor de relações de trabalho e treinamento.

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Florescer - Uma Nova...

2° LUGAR: Florescer

Florescer, de Martin Seligman, Editora Objetiva: Ex-presidente da Associação Americana de Psicologia e criador da Psicologia Positiva, Seligman defende que desenvolver emoções positivas não é o único caminho para a felicidade. A resiliência, por exemplo, que é a capacidade de se recuperar quando algo ruim acontece, é um dos aspectos que ele propõe trabalhar internamente para viver melhor.

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A Cabana

1° LUGAR: A cabana

A Cabana, de William P. Young, Editora Arqueiro: A história narra a vida de um homem que, após ver sua filha pequena ser assassinada, tem a oportunidade de discutir seus ressentimentos com Deus. Por ter sido escrito depois de o autor perder um irmão e uma sobrinha, o livro tem potencial para consolar muitos dos que passam por uma situação dolorosa de perda.

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#Comportamento – Perdi meu bebê e sou madrasta, e agora?

Olá meninas, tudo bem?

Todas já ouviram falar na infância dos contos de fadas onde a tal da madrasta é sempre a bruxa má, e na vida real como é de verdade?

Aceitar um outro filho de seu parceiro é um coisa, ele aceitar você já outra completamente diferente!

O modelo clássico de família, em que o casamento era visto como uma instituição indissolúvel, começou a ruir na segunda metade do século passado. A autonomia da mulher, a legalização do divórcio, o aumento do número de adoções e a explosão do número de mães solteiras ajudaram a compor o atual mosaico da nova família. No passado, quando o amor entre homem e mulher acabava, o casamento sobrevivia em nome da coesão familiar. Hoje, ao menos em tese, a aspiração de um dos parceiros à felicidade individual se tornou razão legítima para romper o vínculo do casal. O aumento progressivo do divórcio criou em muitas famílias um emaranhado de papéis: madrastas, padrastos, enteados, meios-irmãos, sogros e ex-sogros provenientes de duas ou mais uniões. Quanto maior o número de casamentos e, conseqüentemente, de “ex” e de descendentes, maior e mais complexa a árvore familiar.Essas mudanças foram acompanhadas por outra, no discurso para tornar “aceitáveis” essas novas situações e os conflitos que elas naturalmente suscitam.

As complexidades de gerar uma nova família alteram o parâmetro substitutivo de uma família natural, mas quando acontece da mulher engravidar de seu primeiro filho com o esposo e já ser uma madrasta de seu filho com outra mulher, e suscetivamente acontecer desta mulher perder a criança?

Nem sempre, principalmente nos primeiros anos do segundo, terceiro ou enésimo casamento, as relações são amenas. Ciúme, brigas pelo poder, a sombra dos ex-cônjuges e dificuldades de relacionamento entre os enteados podem ser o estopim de uma guerra, principalmente quando a mulher perde seu filho, o tão desejado primogênito que viria para semear a paz, trazer um novo laço para essa família, um verdadeiro espaço para mulher na ocupação legitima deste lar. Quando isso acontece os danos relativos para a depressão desta mulher podem ser gravíssimos, a falta de aceitação da outra criança, lidar com a perda, com a culpa, com a controvérsia por parte do ex cônjuge, aceitar os próprios sentimentos já é algo complicado, imagine passar por este rolo compressor?

O pai, pode vir a se apegar mais com a criança fazendo com que a mãe se sinta ainda mais carente e necessitada de atenção, mas é natural que isso aconteça, de forma que nesse caso o passo essencial para uma luz nesse túnel é o DIALOGO, sem ele a convivência fica extremamente difícil e com certeza o andar da carruagem vai se direcionando para o divorcio!

Harmoniosos ou conflituosos, a tendência é que haja um aumento desses novos núcleos. Nas últimas duas décadas, o número de divórcios quadruplicou, segundo o IBGE. Em dez anos, o índice de casamentos que envolvem pelo menos um divorciado cresceu de 7% para 12%. Os números oficiais não representam inteiramente a realidade brasileira, composta de um número maior de enlaces informais, fora dos registros. São as “famílias reconstituídas” – como as classifica o meio acadêmico. Esse novo desenho de família é um fenômeno da sociedade ocidental.

Para que isso não aconteça, e você consiga viver em harmonia vou listar algumas dicas para passar por esse momento tão delicado:

Não apagar o passado

Obrigar o marido ou a mulher a não falar com, ignorar ou tratar mal o(a) ex – especialmente quando há filhos no meio – é um grande erro. Deve-se tratar do assunto com delicadeza, mas sem receio.

Evitar comentários maldosos

Não se deve falar mal do pai ou da mãe do enteado na frente dele. “A tendência da criança é ser fiel aos pais. Isso a põe contra o padrasto ou a madrasta. É o começo da maioria dos conflitos”, diz a psicóloga e mediadora de família Eliane Riberti.

Tratar o ciúme com leveza

Em vez de se afastar ao ver o cônjuge brincar com o enteado, é bom juntar-se à brincadeira. “Vale até abrir o jogo e dizer que quer um pedacinho dela para você também. Vai relaxar o ambiente”, diz a psicóloga Judy Osborne.

Impor-se com diplomacia

Ao ouvir a célebre frase “Você não é minha mãe!”, não se deve responder no mesmo tom. “Diga que você não é a mãe, mas é alguém que se preocupa com ele”, diz a terapeuta Denise Falcke. Depois, pode-se relatar o que ocorreu ao pai da criança e pedir que ele converse com o filho.

Criar regras claras

Crianças devem saber que na casa do pai é de um jeito e na da mãe pode ser de outro.

Delimitar os espaços

O enteado deve respeitar o que é do padrasto ou da madrasta. Mesmo que seja uma criança pequena, cabe ao pai ou à mãe ensiná-la sobre a privacidade.

Não engolir sapos

“É um dos comportamentos mais nocivos”, diz a filósofa Fernanda Borges. Conflitos devem ser discutidos.

Tratar todos com igualdade

Tudo varia de acordo com a idade, mas abrir exceções e criar privilégios em casa cria confusão e incita a briga entre irmãos e meios-irmãos.

Conquistar os enteados

É comum as crianças testarem a autoridade do padrasto ou da madrasta. Muitas vezes, elas fazem comparações favoráveis ao pai ou à mãe. Padrastos e madrastas devem ser compreensivos e não levar para o lado pessoal. Procurar conhecer os gostos do enteado e buscar assuntos em comum, que criem vínculos com ele, são idéias que reforçam o relacionamento.

Não sou madrasta, mas quando aconteceu minha perda por coincidência no dia que sai do hospital estava passando este filme no HBO, e eu não tive coragem de assistir depois que li a sinopse, se eu tivesse assistido talvez tinha me confortado um pouco naquele momento, então assisti no natal.

Então indico a vocês madrastas que assistam este filme, pois é uma realidade o que acontece aquie assim se inspirem a viver melhor com sua família!

Até a próxima!

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#Saúde – Psoríase, você já ouviu falar?

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Olá meninas tudo bem?

No post passado prometi um post sobre a Psoríase, uma doença de pele que aconteceu comigo no período que tomei os remédios psiquiátricos, portanto ai embaixo tem tudo que você precisa saber sobre esse mal e algumas recomendações também, ok?

Vamos lá:

Psoríase é uma doença inflamatória da pele, crônica, não contagiosa, multigênica (vários genes envolvidos), com incidência genética em cerca de 30% dos casos. Caracteriza-se por lesões avermelhadas e descamativas, normalmente em placas, que aparecem, em geral, no couro cabeludo, cotovelos e joelhos.

Surge principalmente antes dos 30 e após os 50 anos, mas em 15% dos casos pode aparecer ainda na infância.

Sintomas

De acordo com a localização e características das lesões, existem vários tipos de psoríase:

a) Psoríase Vulgar – lesões de tamanhos variados, delimitadas e avermelhadas, com escamas secas, aderentes, prateadas ou acinzentadas que surgem no couro cabeludo, joelhos e cotovelos;

b) Psoríase Invertida – lesões mais úmidas, localizadas em áreas de dobras como couro cabeludo, joelhos e cotovelos;

c) Psoríase Gutata – pequenas lesões localizadas, em forma de gotas, associadas a processos infecciosos. Geralmente, aparecem no tronco, braços e coxas (bem próximas aos ombros e quadril) e ocorrem com maior frequência em crianças e adultos jovens;

d) Psoríase Eritrodérmica – lesões generalizadas em 75% ou mais do corpo;

e) Psoríase Ungueal – surgem depressões puntiformes ou manchas amareladas principalmente nas unhas da mãos;

f) Psoríase Artropática – em cerca de 8% dos casos, pode estar associada a comprometimento articular. Surge de repente com dor nas pontas dos dedos das mãos e dos pés ou nas grandes articulações como a do joelho.

g) Psoríase Postulosa – aparecem lesões com pus nos pés e nas mãos (forma localizada) ou espalhadas pelo corpo;

h) Psoríase Palmo-plantar – as lesões aparecem como fissuras nas palmas das mãos e solas dos pés.

Causas

Além da genética, outros fatores estão envolvidos no aparecimento e evolução da doença. Fatores psicológicos, estresse, exposição ao frio, uso de certos medicamentos e ingestão alcoólica pioram o quadro.

Tratamento

Psoríase não tem cura, tem tratamento. Não há como prevenir a doença, embora seja possível controlar a reincidência.

Casos leves e moderados (cerca de 80%) podem ser controlados com o uso de medicação local, hidratação da pele e exposição ao sol. Para quem não tem tempo para exposições diárias ao sol, são preconizados banhos de ultravioleta A e B em clínicas especializadas e sob rigorosa orientação médica. Esses banhos não são recomendados para crianças.

Algumas pomadas à base de alcatrão já provaram sua eficácia no controle da doença, mas têm o inconveniente de sujarem a roupa de vestir e de cama e de terem cheiro forte, parecido com o da creolina. Medicamentos por via oral só são introduzidos nos casos mais graves de psoríase refratária a outros tratamentos.

Recomendações

* Hidrate muito bem a pele, para evitar seu ressecamento excessivo que favorece a possibilidade de desenvolver lesões;

* Exponha-se com cuidado e moderadamente ao sol, mas antes passe um creme hidratante ou terapêutico. Você vai ter de usá-lo a vida inteira;

* Evite a ingestão de bebidas alcoólicas;

* Procure não se desgastar emocionalmente. O estresse tem papel importante no aparecimento das lesões. Como não é uma tarefa fácil, procure ajuda de um profissional se considerar necessário;

* Não fuja de encontros sociais e de lazer por causa das lesões. Psoríase não é contagiosa e, se você se afastar de tudo e de todos, pode comprometer o estado emocional e aumentar o problema;

* Visite regularmente o dermatologista e siga à risca suas orientações. Isso o ajudará a controlar as crises.

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