#Comportamento – Faça amor, não faça pornô!

Olá meninas, tudo bem?

Mais uma vez na minha insistente pesquisa na internet por assuntos bacanas para nosso blog, me deparei com uma matéria na revista “TPM’ Sobre um assunto ótimo, e como ainda não abordamos nada sobre sexo achei que essa matéria é uma ótima janela para inaugurarmos a categoria aqui no CNMV, então lá fui eu ler a matéria para poder dar a minha opinião.

Gente sinceramente vamos a verdade, quem nunca passou por uma situação assim que atire a primeira pedra, hoje em dia realmente é ridículo a atitude dos homens em relação a esse assunto, é como se o pornô realmente fosse uma espécie de escolinha onde tudo que eles sabem vem dali, você que como eu tem entre 20 a 30 anos com certeza já se deparou com algum “bambambam” como esses, principalmente quando o sexo vem antes de um relacionamento.

Eu tenho uma teoria, na minha humilde opinião é por esse motivo, por causa desse tal sexo forçado, sem clima, esse pornô obrigatório que maioria das mulheres não sabem o que é um orgasmo! Pense bem, quem já teve um orgasmo sabe que pra isso você precisa se sentir completamente relaxada, tem que estar entregue, e se sentir principalmente com confiança e conforto, para que assim suscetivamente o orgasmo aconteça.

Dessa forma, é muito fácil para mim aderir a esta causa, principalmente depois que acontece com mulheres algum tipo de perda como a minha, ou quando por algum motivo essas mulheres sofrem com baixa autoestima, o sexo acaba quase se tornando um tabu, desse jeito é até de uma certa forma vergonhoso falar sobre isso, por isso nada melhor que tratar essas relações com cuidado, carinho e principalmente amor, porque olha quando isso não acontece, os traumas podem ser piores para autoestima, imagina ser tratada como vadia depois de passar por um sofrimento psicológico tão grande?

Então, dá uma olhada na matéria aqui em baixo, e vê se você não se identifica, tenho certeza que de alguma forma, sim!

Make Love Not Porn (faça amor, não faça pornô) foi criada pela inglesa Cindy Gallop, uma das razões que a fez pensar na campanha se justifica por experiência própria. Aos 51 anos, Cindy começou a perceber nos homens com quem se relaciona – na faixa dos 20, 30 anos – um padrão sexual muito semelhante ao exibido nos filmes pornô. “Vi que a escola desses moços eram filmes e cheguei a uma questão maior do que preferências sexuais”, disse à reportagem da Tpm. E olha que Cindy não é o tipo de moça certinha. Ela mesma curte (bastante) filmes de sacanagem; o problema está em transformar esse tipo de filme em cartilha sexual.

Depois de anos trabalhando no mercado publicitário, Cindy se define como “business game-changing” (algo como “especialista em transformações corporativas revolucionárias”). Seu trabalho é ajudar empresas a mudar radicalmente de postura. Em seu dia a dia, está um desejo por mudança de comportamento, cultura e padrões. Cindy mergulhou, assim, numa empreitada contra a pornografia machista e de baixa qualidade que domina o mundo, de olho também na educação sexual de crianças e jovens.

Cartilha pornô
O que Cindy constatou na cama bate com as pesquisas mundiais: um estudo realizado pela empresa YouGov (agência de pesquisa com grande representação na Europa e nos EUA) com adolescentes britânicos entre 14 e 17 anos apurou que 27% dos 1.400 entrevistados acessavam conteúdo pornográfico toda semana. A deputada inglesa Claire Perry, a favor desse movimento, afirmou em um debate: “Um terço das crianças inglesas com 10 anos já viu pornografia na internet”. Ou seja, muito antes da primeira vez – e não raro antes do primeiro beijo – as crianças já estão estudando a cartilha pornô no computador de casa. E aí o que pode acontecer? Quando se tornam adultos, passam a acreditar que toda mulher é louca por sexo anal e gosta de levar palmadinhas de pinto na cara. “Sim, algumas mulheres gostam de ser xingadas durante o sexo. Outras curtem enfiar o pênis inteiro na boca ou levar gozo na cara. Mas não são todas!”, exclama Cindy. Como na grande maioria dos filmes pornográficos esse tipo de comportamento forja um êxtase feminino, a lição de casa acaba deturpada, assim como toda visão do que é transar e dar prazer a uma mulher.

Algumas pessoas, geralmente nascidas antes de 1980, podem achar tudo isso um exagero. Mas a verdade é que aquela dificuldade para conseguir uma revista de sacanagem, uma foto sensual ou assistir a um filme proibido para menores acabou. Hoje basta escrever a palavra “pornô” no Google para navegar pelo vasto território do sexo, em que violência, submissão feminina e foco no prazer do homem são as constantes. A atriz pornô carioca Yasmin Vianna, 26 anos, é destaque em alguns filmes como Nas garras da tigresa (produtora SexXxy, 2010) e Um metro e meio de bunda – volume 16 (produtora Explicita, 2011). Ela trabalha nessa área há oito anos e conta que nunca participou de uma cena em que o prazer da mulher estivesse em primeiro plano. “A ideia é que passemos a sensação de que estamos ali só para satisfazer o homem”, descreve. Yasmin ficou muito interessada na campanha Make Love Not Porn: “Poderia ser bem bacana mesmo, né? Umas cenas mais românticas, intensas… Até os homens iriam gostar”, pondera. Ela diz, ainda, não conhecer mulheres que gemem de prazer ao receber um jato de gozo na cara – como acontece em dez entre dez filmes pornô.

Sem clima
E que mulher já não se viu colocada no papel de uma atriz pornô sem o clima necessário para isso? “Uma vez fui tomar um café com um paquera, mas não rolou clima para ficarmos e decidimos ir embora. Entramos no carro e no tempo de virar para pôr o cinto de segurança ele tinha botado o pau inteiro para fora e disse, sem constrangimento: ‘Chupa’. Foi agressivo. Me senti num filme pornô desses sem roteiro”, contou a designer Marcela, 23 anos. A produtora Camila, 28, conta que acabou vomitando ao ter a cabeça empurrada pelo parceiro para que o pinto dele entrasse inteiro na boca. “Qual o propósito disso? Parece que eles querem fazer a gente passar mal e parecer que o pau é grande”, disse. Com a chef de cozinha Adriana, 34, aconteceu o seguinte: na primeira vez que saiu com o sujeito, ele insistiu em fazer sexo anal antes mesmo de rolar um clima para isso. Ela conta: “Tentei desviar o assunto e aquilo foi ficando chato. Aí, para descontrair, comecei a chupar o pau dele. Pra quê? Logo ele queria que eu batesse o dito na minha cara e queria gozar na minha boca. O problema é que não foi natural, era meio impositivo”, lembra. Exatamente como nos filmes pornô.

Cindy garante que não está travando uma cruzada careta contra a indústria pornográfica, mas sim batendo na tecla de que é possível dar outro olhar para esses filmes e aumentar a qualidade do que é feito. “Existem pessoas brigando por esse espaço, mas, como em toda indústria consolidada, é muito difícil quebrar paradigmas”, afirma. A diretora sueca Erika Lust é uma das vozes nesse movimento por uma pornografia mais humana. Radicada em Barcelona, ela vem fazendo pornografia de qualidade desde 2004, quando lançou o curta-metragem The Good Girls. “Eu evito mostrar aquele estereótipo da mulher de cinema pornô: a mulher fácil, que vende seu corpo por dinheiro, a vadia, a teenager, a tigresa, a enfermeira… e o que mais estamos acostumadas a ver no cinema pornô tradicional. Também evito fantasias masculinas clichês. O que faço é aproximar o cinema adulto da minha perspectiva feminina e feminista”, disse, em entrevista à Tpm. Em seus filmes, a diretora explora o toque da pele e os sons reais do sexo. “Minha intenção é que a pessoa se imagine ali”, explica. Com relação ao movimento Make Love Not Porn, Erika brada: “Acho uma grande iniciativa. Admiro Cindy Gallop e todas as suas ideias inovadoras”.

Um dos objetivos da campanha de Cindy é trazer o assunto à tona. Até porque nem sempre as mulheres, principalmente as mais jovens, percebem como a pornografia está inserida na vida delas. Seja no relacionamento com o namorado, na vida sexual, na maneira como se comportam socialmente, nas coisas que leem, nos filmes e nos programas a que assistem. “É preciso falar de sexo, é preciso discutir a pornografia e a necessidade de educação sexual real”, defende, mais uma vez. Aqui está, Cindy, não apenas o nosso espaço, mas também o nosso apoio.

Afinal, quem é a mulher que veio a público falar de suas experiências sexuais para criar uma campanha por um sexo mais gostoso e honesto? Cindy Gallop é uma mistura de chineses com ingleses, mas cresceu em Brunei, na Ásia. Trabalhou no marketing de grandes agências como J Walter Thompson, em Londres. Nessa área, ganhou diversos prêmios, como o Advertising Woman of the Year, em Nova York. Em 2005, largou a agência que ajudou a criar e onde era presidente para virar consultora. Além do site e da campanha Make Love Not Porn (www.makelovenotporn.com), Cindy criou o If We Ran The World (ifwerantheworld.com), que visa transformar pensamentos em ações. Com seu forte sotaque inglês, seu cabelo poderosamente loiro e curto, essa mulher de 51 anos resolveu cutucar o planeta com vara curta. “Acredito que podemos ser a mudança que queremos para o mundo”, afirma, parafraseando Gandhi. A meta de Cindy com o Make Love Not Porn é conseguir investidores para crescer e ela garante que estamos bem perto de ver a explosão dessa campanha e a transformação da teoria em prática.

Para saber mais sobre as ideias de Cindy Gallop, o livro Make Love Not Porn é vendido somente no Kindle, US$ 4,99.

FONTE:

http://revistatpm.uol.com.br

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11 pensamentos sobre “#Comportamento – Faça amor, não faça pornô!

  1. Camila 19 de outubro de 2013 às 22:11 Reply

    Ótima máteria,já passei por isso e verdade! Adorei o site!

  2. Camila 19 de outubro de 2013 às 22:12 Reply

    Adoooooooooooooorei o blog tem tudo a ver comigo, conheco pessoas que passaram por isso vou indicar!

  3. Rosana 19 de outubro de 2013 às 22:13 Reply

    Adoooooooooooooorei o blog tem tudo a ver comigo, conheco pessoas que passaram por isso vou indicar!!!!!!!!!

  4. carolzinha 19 de outubro de 2013 às 22:14 Reply

    Já tive um namorado que me tratava assim , terminei sou mais eu!

  5. Talita 19 de outubro de 2013 às 22:15 Reply

    Paasei por isso e estou tentando me recupera sexo depois da perda é realmente complicado!

  6. janaina 19 de outubro de 2013 às 22:16 Reply

    amei esse blog esta me ajudando muito

  7. Ju 19 de outubro de 2013 às 22:16 Reply

    Eu vi essa materia e adorei sua opiniao agora irei ver seu blog sempre!

  8. dani 19 de outubro de 2013 às 22:17 Reply

    muito legallllllllllllllllllll amei

  9. vivian 19 de outubro de 2013 às 22:17 Reply

    perdi meu bebe e vc esta me ajudando muito

  10. aline 19 de outubro de 2013 às 22:18 Reply

    SEU BLOG É UMA MAXIMO TE ADMIRO GUERREIRA!

  11. livia 19 de outubro de 2013 às 22:19 Reply

    sexo com amor eh tudo de bom!

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