#Comportamento – Perdi meu bebê e sou madrasta, e agora?

Olá meninas, tudo bem?

Todas já ouviram falar na infância dos contos de fadas onde a tal da madrasta é sempre a bruxa má, e na vida real como é de verdade?

Aceitar um outro filho de seu parceiro é um coisa, ele aceitar você já outra completamente diferente!

O modelo clássico de família, em que o casamento era visto como uma instituição indissolúvel, começou a ruir na segunda metade do século passado. A autonomia da mulher, a legalização do divórcio, o aumento do número de adoções e a explosão do número de mães solteiras ajudaram a compor o atual mosaico da nova família. No passado, quando o amor entre homem e mulher acabava, o casamento sobrevivia em nome da coesão familiar. Hoje, ao menos em tese, a aspiração de um dos parceiros à felicidade individual se tornou razão legítima para romper o vínculo do casal. O aumento progressivo do divórcio criou em muitas famílias um emaranhado de papéis: madrastas, padrastos, enteados, meios-irmãos, sogros e ex-sogros provenientes de duas ou mais uniões. Quanto maior o número de casamentos e, conseqüentemente, de “ex” e de descendentes, maior e mais complexa a árvore familiar.Essas mudanças foram acompanhadas por outra, no discurso para tornar “aceitáveis” essas novas situações e os conflitos que elas naturalmente suscitam.

As complexidades de gerar uma nova família alteram o parâmetro substitutivo de uma família natural, mas quando acontece da mulher engravidar de seu primeiro filho com o esposo e já ser uma madrasta de seu filho com outra mulher, e suscetivamente acontecer desta mulher perder a criança?

Nem sempre, principalmente nos primeiros anos do segundo, terceiro ou enésimo casamento, as relações são amenas. Ciúme, brigas pelo poder, a sombra dos ex-cônjuges e dificuldades de relacionamento entre os enteados podem ser o estopim de uma guerra, principalmente quando a mulher perde seu filho, o tão desejado primogênito que viria para semear a paz, trazer um novo laço para essa família, um verdadeiro espaço para mulher na ocupação legitima deste lar. Quando isso acontece os danos relativos para a depressão desta mulher podem ser gravíssimos, a falta de aceitação da outra criança, lidar com a perda, com a culpa, com a controvérsia por parte do ex cônjuge, aceitar os próprios sentimentos já é algo complicado, imagine passar por este rolo compressor?

O pai, pode vir a se apegar mais com a criança fazendo com que a mãe se sinta ainda mais carente e necessitada de atenção, mas é natural que isso aconteça, de forma que nesse caso o passo essencial para uma luz nesse túnel é o DIALOGO, sem ele a convivência fica extremamente difícil e com certeza o andar da carruagem vai se direcionando para o divorcio!

Harmoniosos ou conflituosos, a tendência é que haja um aumento desses novos núcleos. Nas últimas duas décadas, o número de divórcios quadruplicou, segundo o IBGE. Em dez anos, o índice de casamentos que envolvem pelo menos um divorciado cresceu de 7% para 12%. Os números oficiais não representam inteiramente a realidade brasileira, composta de um número maior de enlaces informais, fora dos registros. São as “famílias reconstituídas” – como as classifica o meio acadêmico. Esse novo desenho de família é um fenômeno da sociedade ocidental.

Para que isso não aconteça, e você consiga viver em harmonia vou listar algumas dicas para passar por esse momento tão delicado:

Não apagar o passado

Obrigar o marido ou a mulher a não falar com, ignorar ou tratar mal o(a) ex – especialmente quando há filhos no meio – é um grande erro. Deve-se tratar do assunto com delicadeza, mas sem receio.

Evitar comentários maldosos

Não se deve falar mal do pai ou da mãe do enteado na frente dele. “A tendência da criança é ser fiel aos pais. Isso a põe contra o padrasto ou a madrasta. É o começo da maioria dos conflitos”, diz a psicóloga e mediadora de família Eliane Riberti.

Tratar o ciúme com leveza

Em vez de se afastar ao ver o cônjuge brincar com o enteado, é bom juntar-se à brincadeira. “Vale até abrir o jogo e dizer que quer um pedacinho dela para você também. Vai relaxar o ambiente”, diz a psicóloga Judy Osborne.

Impor-se com diplomacia

Ao ouvir a célebre frase “Você não é minha mãe!”, não se deve responder no mesmo tom. “Diga que você não é a mãe, mas é alguém que se preocupa com ele”, diz a terapeuta Denise Falcke. Depois, pode-se relatar o que ocorreu ao pai da criança e pedir que ele converse com o filho.

Criar regras claras

Crianças devem saber que na casa do pai é de um jeito e na da mãe pode ser de outro.

Delimitar os espaços

O enteado deve respeitar o que é do padrasto ou da madrasta. Mesmo que seja uma criança pequena, cabe ao pai ou à mãe ensiná-la sobre a privacidade.

Não engolir sapos

“É um dos comportamentos mais nocivos”, diz a filósofa Fernanda Borges. Conflitos devem ser discutidos.

Tratar todos com igualdade

Tudo varia de acordo com a idade, mas abrir exceções e criar privilégios em casa cria confusão e incita a briga entre irmãos e meios-irmãos.

Conquistar os enteados

É comum as crianças testarem a autoridade do padrasto ou da madrasta. Muitas vezes, elas fazem comparações favoráveis ao pai ou à mãe. Padrastos e madrastas devem ser compreensivos e não levar para o lado pessoal. Procurar conhecer os gostos do enteado e buscar assuntos em comum, que criem vínculos com ele, são idéias que reforçam o relacionamento.

Não sou madrasta, mas quando aconteceu minha perda por coincidência no dia que sai do hospital estava passando este filme no HBO, e eu não tive coragem de assistir depois que li a sinopse, se eu tivesse assistido talvez tinha me confortado um pouco naquele momento, então assisti no natal.

Então indico a vocês madrastas que assistam este filme, pois é uma realidade o que acontece aquie assim se inspirem a viver melhor com sua família!

Até a próxima!

wpid-logo-clin-peq191

 

 

 

 

 

 

Anúncios

Marcado:

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: