#Comportamento – Como superar a dor da perda?

Olá meninas, tudo bem?

Eu não poderia deixar de fazer um post sobre a história dessa mulher que admiro tanto, e que tanto me ajudou através de seus programas no canal GNT.

O programa VIVER COM FÉ me incentivou tanto, que a cada matéria eu me sentia mais confortada e direcionada a fazer esse projeto!

Por isso hoje vou comentar um pouco da história de vida da Cissa Guimarães, algumas dicas para superar essa dor e três videos do programa: o primeiro da entrevista com Gilberto Gil que fala da perda de seu filho em um acidente, o segundo da Viviane uma moça que perdeu seu filho com 8 meses de vida e o terceiro o da atriz Ana rosa que perdeu dois filhos.

Então pra começar, quem é Cissa Guimarães?

Beatriz Gentil Pinheiro Guimarães, mais conhecida como Cissa Guimarães, nasceu no Rio de Janeiro em 18 de abril de 1957. Intérprete e apresentadora brasileira, ela sofreu no dia 20 de julho de 2010 a morte de seu filho Rafael Mascarenhas, com apenas 18 anos. Ele foi vítima de um violento atropelamento quando andava de skate em um túnel então interditado para o trânsito.

Abaixo a lista dos videos:

http://gnt.globo.com/viver-com-fe/videos/_2010937.shtml

  • ENTREVISTA COM GILBERTO GIL

http://gnt.globo.com/viver-com-fe/videos/_2277732.shtml

  • ENTREVISTA COM VIVIANE

http://gnt.globo.com/viver-com-fe/videos/_2253056.shtml

  • ENTREVISTA COM ANA ROSA

Poucas coisas afetam mais um pai e uma mãe do que a perda de um filho tão amado. É uma dor muito profunda e difícil de cicatrizar.

É possível lembrar-se facilmente como se fosse ontem a descoberta de carregar no ventre uma pequena semente, um novo ser criado num laço de amor, tão desejado, tão esperado ou inesperado.Até que o dia mais ansiado chegou, o bebê nasceu, apegar-se foi tão fácil.

Quanta ternura uma mãe pode sentir? Nunca havia imaginado, até poder provar.

Se desenvolvia tão rapidamente, mas em meio a alegria de ser pais, descobrir que o tempo de seu filho aqui era breve, é uma notícia indesejada, jamais imaginou ou desejou que algo desse tipo pudesse acontecer.

Seja por motivo de doença, tragédia ou qualquer outro, perder um filho não é fácil. Só sabe o tamanho dessa dor quem um dia já a vivenciou, de fato é um pedaço seu. E se algo pudesse ser feito para que pudesse ter seu filho de volta, sabemos que faria todo esforço possível.

Sabemos do crescente número de pais que perdem seus filhos ou na infância, adolescência ou fase adulta. Independente da idade, perder um filho é perder o bem mais precioso. Porém, a vida precisa continuar, não podemos fechar as janelas e viver presos e focados nessa dor. A dor é parte do processo da perda, mas os pais devem buscar soluções para passar o luto, buscar conforto e vencer, um dia após o outro, lutar pela vida e não entregar sua vida. Então como superar a dor da perda de um filho querido?

1- Abrir-se. Falar sobre sua dor é importante. Extrair de dentro o pesar, desabafar com o companheiro, amigos de confiança e aceitar conforto e apoio dos mesmos fará bem.

2- Ocupar-se. Ocupar e preencher seu tempo é o segundo passo. Mostraremos alguns exemplos de atividades para preencher a mente e talvez conseguir aliviar a pressão emocional:

• Ler bons livros. • Fazer cursos de sua preferência. • Participar de grupos de autoajuda. • Ajudar pais que tenham passado problemas parecido com o seu. • Ajudar crianças carentes ou instituições filantrópicas. • Fazer alguma atividade nova, ex: tricot, pintura, costura. • Buscar orientação religiosa. • Escrever num diário sobre seus sentimentos. • Reunir e estar com a família. • Não se isolar.

3- Não rejeitar outros filhos. Mesmo que o casal possua outros filhos, a perda é sempre lembrada. Em alguns casos pais e mães tornam-se duros com os demais filhos, tornando-se frios e indiferentes no relacionamento com eles. Os pais devem lembrar que os outros filhos necessitam de cuidados, atenção e amor. Os filhos percebem tudo, caso a mãe ou o pai estejam depressivos eles notarão e isso terá um impacto muito forte e negativo na vida deles, podem até desenvolver sentimento de culpa.

4- Não se sentir culpado. Fugir, negar, sentir raiva, saudades são atitudes reais do luto, mas a culpa é um sentimento ruim, só aumentará o fardo e prejudicará seu equilíbrio e a recuperação. Às vezes essas fatalidades acontecem na vida, às vezes não há culpados; e caso haja, não sofra com isso, não aponte esse erro, perdoe a si e ao outro, superar faz parte, ainda que doloroso.

5- Orar, meditar. É preciso vencer os medos e a dor, é preciso buscar consolo, conforto, paz interior até mesmo no silêncio, o apoio espiritual fortalece nas angústias da alma. Muitas famílias recorrem a oração.

6- Pensar positivo. Sabemos que haverá dias mais fáceis e outros mais difíceis, mas é preciso agir e pensar positivamente. Se o dia começou ruim, as lembranças, a saudade… Começou a ter um acesso de choro e pensamentos negativos bombardeando sua mente? Pare… Respire fundo. Cante hinos, músicas alegres. Com certeza seu filho não gostaria de lhe ver triste, então por você e por ele, alegre-se.

7- Lembrar sem prejudicar-se. Lembrar os momentos felizes é bom, mas não para torturar-se, evite deixar lembranças espalhadas por toda a casa, escolha um lugar para as coisas dele para quando quiser reviver os momentos bons que passaram juntos. Se seus pertences começarem a causar sofrimento, doe-os, irá ser melhor assim, ele não estará nos objetos, estará em seu coração e memória.

8- Ajuda profissional. Se nada do que você fizer adiantar para afastar a dor insuportável e isso persistir por muito tempo, procure auxílio de um profissional qualificado, como um psicológo, que através de técnicas, terapia, lhe ajudará a conseguir voltar a sua rotina.

9- Pensar em ter outro filho. Caso você não tenha outros filhos, é bom quando sentir-se preparada tentar engravidar de novo. Não deixe que o medo e a vivência de uma perda torne-se o ponto central de sua vida. A vinda de um outro filho traz novamente alegria e realização no lar.

10- Voltar a trabalhar. Voltar ao trabalho vai lhe fazer bem, como foi dito anteriormente, ocupe a mente. Assim que terminar uma atividade, comece outra até chegar ao fim de suas tarefas. Caso alguém conhecido toque no assunto, aja com equilíbrio e naturalidade, não perca a calma, trate bem os conhecidos, as pessoas irão aproximar-se com o intuito de ajudar.

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