Arquivo mensal: dezembro 2013

#cultura – Retrô 2013 (Livro, musicas e filmes)

Olá meninas tudo bem?

Hoje é natal ebaaaaaa!
Em mim, vai batendo aquele sentimento de renovação, de esperança e junto dele vem todo aquele filme de tudo que aconteceu em 2013.
Meu filme é um misto de drama, com comédia, ação e muita luta, se eu fosse escolher algum do cinema pra me representar com certeza eu escolheria JOGOS VORAZES, sim pois diante de muita luta, muita batalha, resistência, força, tortura psicológica, eu e meu Peeta, rs conseguimos vencer e prosperar no fim!

Não sei vocês, mas eu me sinto tão realizada nesses tempos de Dezembro, é como se tudo se acendesse, tudo enfim se encaixando rapidinho para que enfim o coração encha de esperanças novamente para viver o 2014 com mais fé mais amor e mais forças para encarar os desafios. Nesses dias fico assim fazendo várias retrôzinhas na minha cabeça, então vou fazer uma retrô com as musicas, filmes e livro que mais gostei e elegi os meus #queridinhosde2013

Vamos lá?

Gente esse ano foi um ano diferente para mim então elegi 5 filmes maravilhosos e bem diferentes um do outro e não poderia deixar de compartilhar com vocês:

Obs: (Jogos Vorazes não conta na lista por que ele simplesmente é o retrato cinematográfico do meu ano como disse acima!)

1° lugar:

-Oz mágico e poderoso:

2° lugar:
Se beber não case parte 3:

3° lugar:

Velozes e furiosos 6:

4° lugar:
Meu malvado favorito 2:

5° lugar:
– Carrie a estranha:

Não podia deixar de compartilhar com vocês minha play list maravilhosa de 2013, nela tem as musicas que mais ouvi nesse ano, e olha modesta parte tá demais!

Da um play, e divirta se:

 

Este ano não li muitos livros, então elegi um que eu simplesmente me apaixonei, e acho muito interessante para quem passa por uma situação difícil, para renovar a fé na vida e conseguir seguir em frente. Ele é meio forte porque a história trata se de um drama intenso, mas no final você ganha um folego a mais para se desvencilhar da tristeza e encarar os obstáculos com mais força e coragem!

– A cabana (William P. Young)

A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar aquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, “A Cabana” invoca a pergunta: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?” As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.

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Bom gente por enquanto é isso, eu desejo a vocês do fundo do meu coração um ótimo natal cheio de luz, de esperança e de muita fé, que seus objetivos se concretizem em 2014 e que este ano que está por vir seja um ano de muitas conquistas para você e para toda sua família!

Muitos votos de plena felicidade e afeto é o que o #CNMV deseja a você e a todos seus próximos!

Um abração e até mais!

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#Beleza – Glambox Novembro by Garotas Estupidas – Review

Olá meninas, tudo bem?

Adivinha Quem Chegou? Haha a tão esperada Glambox! UM sonho esse mês!

E a edição de Novembro foi  uma edição super especial em parceria com o Blog Garotas Estúpidas da Camila Coutinho, só veio coisa bacana e da para perceber que foram escolhidas a dedo.
Glambox veio maravilhosa, e a tendência é só de melhorar, a  Glambox sempre busca estar atualizada nas novidades e lançamentos do mercado de cosmético e é uma grande oportunidade de conhecer e poder testar produtos ótimos sem precisar gastar muito.

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Vamos começar falando dos produtos tamanho Full Size vieram 4:
-O primeiro é o Perfume da Cyzone: Cyzone In Love que tem uma mescla de flores e frutas preço sugerido R$50,50

-O segundo é o Body Splash Rouge da Ciclo Cosméticos: tem uma fragrância deliciosa ideal para ser aplicada em todo o corpo não apenas após  o banho mas em qualquer momento do dia preço sugerido R$29,90.

Tem coisa que eu mais adoro do que maquiagem? Semana que vem te vlog na 25 de março com minha manina Bianca Justino do #Quemvêpensah de makes e bijus.
Quando vi que tinha maquiagem na Glambox eu amei, veio:

-Quarteto de sombras lindo da Ésika, que eu adorei as cores, ótimas para usar no verão, preço sugerido R$39,00,

-Também veio um Lápis Para sobrancelhas da Esika com cor intensa e acabamento natural, o legal que ele é aprova d’água, preço sugerido R$16,00.

Não podia faltar a amostra grátis  um adesivo  para limpeza profunda dos poros do nariz da Native o Nose Clean.

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E Todos os meses é assim sempre tem novidades e produtos novos  e o mais legal é que  aGlambox pode ter assinatura mensal, semestral e anual é só escolher o tipo de assinatura que combina mais com seu perfil, para mais detalhes é só entrar no site da Glambox  >> AQUI

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Girls o que vocês acharam da Glambox? Qual produto vocês mais gostaram?

Da uma olhada no vídeo com a Camila:

Beijoss

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#Saúde – A cada dois dias, uma brasileira pobre morre por aborto inseguro.

Olá meninas tudo bem?

Hoje o assunto é muito sério e muito triste, quando li essa matéria chorei muito, pois além da morte do bebê ainda por inconsequência da mãe os dois morrem, já fiz um post sobre o aborto onde digo que sou extremamente a favor da vida, achei necessário colocar essa matéria aqui no blog, pois a gente não tem noção dessa mortalidade e muitas jovens procuram esse tipo ilegalidade para se livrar de uma gravidez indesejada, se esse for seu caso leia a matéria e PROCURE AJUDA!Não faça e não deixe alguém cometer um ato contra a vida, como disse no outro post a meios de adoção organizada já na gestação, portanto pense bem antes de fazer algo que possa prejudicar não só a vida do bebê inocente como a sua própria!

Por Andrea Dip, da Agência Pública

Na mesa de madeira em frente a porta de uma sala de audiências no Fórum criminal de São Paulo, repousa uma lista com os processos a serem julgados naquela tarde. Em alguns minutos, será a vez de Marta* ser absolvida sumariamente ou ir a júri popular e pegar até 4 anos de prisão, como explica a defensora pública Juliana Belloque, que atua a seu favor. A primeira folha do processo diz que Marta “provocou aborto em si mesma” e isso basta para condená-la, já que a prática é crime previsto pelo artigo 124 do Código Penal. Mas, quem seguir lendo os autos, saberá que Marta tinha 37 anos, era mãe solteira de 3 filhos pequenos (com idades entre um e seis anos de idade), vinha de um histórico de abandono por parte dos pais das crianças (inclusive o da gravidez que interrompeu) e estava desempregada quando, em 2010, em um ato de desespero, comprou um remédio abortivo de uma prostituta por 250 reais, tirados de sua única fonte de sobrevivência – a pensão da filha. Descobrirá também que Marta é pobre, só completou o primeiro grau, e que morava com os filhos em um bairro afastado de São Paulo quando, três dias após introduzir o remédio na vagina (de forma incorreta, já que não tinha a quem pedir orientação), ainda não havia parado de sangrar e de sentir fortes dores, e por isso procurou o pronto atendimento de um hospital público de seu bairro. O leitor ficará surpreso ou aliviado, dependendo de suas convicções, ao saber que a médica que a recebeu, imediatamente fez a denúncia à Policia Militar, explicando que retirou uma “massa amorfa” de seu útero, “provavelmente” uma placenta resultante de um aborto mal sucedido.
“Não existe prova da gravidez, a única coisa é o depoimento desta médica dizendo que retirou uma quantidade grande de massa amorfa que ela avalia como placenta do útero dessa mulher, que chegou com um sangramento no hospital. Enquanto a mulher está hospitalizada essa médica chama a polícia militar e, enquanto ela está internada, a PM vai até a casa dela, sem mandato, e apreende um lençol sujo de sangue e um balde. Não tinha feto, medicamento, caixa, nada. Apenas um lençol sujo de sangue e um balde, em uma casa muito pobre. Com isso se instaura o inquérito policial. Quando ela é liberada, é levada até uma delegacia e existe uma confissão extrajudicial ao delegado. Essa mulher nunca é ouvida em juízo para confirmar ou não essa confissão” resume a defensora Juliana enquanto esperamos.
Marta aceitou assinar uma confissão para obter a suspensão condicional do processo – prevista para penas mínimas de até um ano, quando o réu é primário e não responde por outro processo criminal, e que suspende o caso por um período de 2 a 4 anos, desde que o acusado cumpra algumas condições como comparecer periodicamente em juízo para atualizar endereço, justificar ocupação lícita, prestar serviços à comunidade entre outras – mas ela deixou de cumprir essas condições e o processo seguiu o curso. Quando pergunto à defensora se ela acredita que a mulher possa ir realmente a júri popular, ela diz que nunca viu isso acontecer mas que não é impossível. E explica que pretende mostrar ao juiz que o processo é marcado por violações, como a falta de provas, já que não há feto, o testemunho extraoficial porque ela não chegou a ser ouvida em juízo, a denúncia feita por uma médica que quebrou o sigilo de sua relação com a paciente, as buscas sem mandato, a falta de uma perícia e de um exame de corpo e delito. “As mulheres costumam assinar a confissão porque chegam muito fragilizadas e querem se livrar daquilo o mais rápido possível. Os casos que chegam para nós são bem parecidos: mulheres pobres, sozinhas, com filhos, sem antecedentes criminais, que praticam o aborto inseguro em um momento de desespero e que são denunciadas pelos profissionais que as atendem nos hospitais públicos. Os companheiros não existem, nem aparecem seus nomes nestes processos” diz a defensora. Como Marta está desaparecida, a audiência aconteceria sem sua presença, mas foi adiada porque a médica, única testemunha de acusação, estava de férias. Marta ali é um número, um crime que será julgado em alguns meses. Mas também é uma em um milhão de mulheres que, apesar da lei, da religião e da sua opinão pessoal, buscam o aborto clandestino no Brasil todos os anos. Com sorte, fugiria da pior estatística: a de que a prática insegura mata uma mulher a cada dois dias no país e é a 5a causa de morte materna.
1 milhão de abortos clandestinos e 250 mil internações por complicações por ano
“A gente não classifica um problema como sendo de saúde pública se ele não tiver ao menos dois indicadores: primeiro não pode ser algo que aconteça de forma rara, tem de acontecer em quantidades que sirvam de alerta. E precisa causar impacto para a saúde da população. Nós temos esses dois critérios preenchidos na questão do aborto no Brasil mas essa é uma ótica nova” explica o ginecologista e obstetra representante do Grupo de Estudos do Aborto (GEA) Jefferson Drezett, que há mais de 10 anos coordena um serviço de abortamento legal no país. “Só para contextualizar nós temos hoje, segundo a OMS, 20 milhões de abortos inseguros sendo praticados no mundo. Por aborto inseguro, a Organização entende a interrupção da gravidez praticada por um indivíduo sem prática, habilidade e conhecimentos necessários ou em ambiente sem condições de higiene. O aborto inseguro tem uma forte associação com a morte de mulheres – são quase 70 mil todos os anos. Acontece que estas 70 mil não estão democraticamente distribuídas pelo mundo; 95% dos abortos inseguros acontecem em países em desenvolvimento, a maioria com leis restritivas. Nos países onde o aborto não é crime como Holanda, Espanha e Alemanha, nós observamos uma taxa muito baixa de mortalidade e uma queda no número de interrupções, porque passa a existir uma política de planejamento reprodutivo efetiva”.
O Uruguai, que descriminalizou o aborto em outubro de 2012, também tem experimentado quedas vertiginosas tanto no número de mortes maternas quanto no número de abortos realizados. Segundo números apresentados pelo governo, entre dezembro de 2012 e maio de 2013, não foi registrada nenhuma morte materna por consequência de aborto e o número de interrupções de gravidez passou de 33 mil por ano para 4 mil. Isso porque, junto da descriminalização, o governo implementou políticas públicas de educação sexual e reprodutiva, planejamento familiar e uso de métodos anticoncepcionais, assim como serviços de atendimento integral de saúde sexual e reprodutiva.
Jefferson coloca ainda que atualmente no Brasil, acontecem cerca de um milhão de abortos provocados e 250 mil internações para tratamento de complicações pós abortamento por ano. “É o segundo procedimento mais comum da ginecologia em internações. Por isso eu digo: o aborto pode ser discutido sob outras óticas? Deve. Não existe consenso sobre este tema e nunca existirá porque há um feto. Mas não há como negar que temos aí um problema grave de saúde pública e que a lei proibitiva não tem impedido que as mulheres abortem mas tem se mostrado muito eficaz para matar essa mulheres”.
Mulher pobre tem risco multiplicado por mil no aborto inseguro
“O aborto não é um bem a ser alcançado. Nenhuma mulher acorda um dia e diz ‘vou engravidar daquele canalha que vai me abandonar, só para ter o prazer de provocar um aborto’. As mulheres buscam no aborto soluções para situações extremas. Mas é importante dizer que existe uma diferença entre aborto clandestino e inseguro. O aborto clandestino não é necessariamente inseguro. Ele pode ser feito em clínicas clandestinas porém com todas as condições de higiene, por médicos treinados, quando a mulher tem dinheiro para pagar. A diferença entre as chances de morrer em um aborto inseguro e apenas clandestino é de 1000 vezes. Então acaba se criando uma desigualdade social, uma perversidade porque uma mulher que tem um nível socioeconômico bom, as mulheres dos melhores bairros da cidade de SP, têm acesso a clínicas clandestinas, que não são legalizadas mas são seguras. Esse aborto pode custar mais de dois mil dólares. Enquanto um aborto inseguro pode custar 50 reais” diz o ginecologista. Apesar das diferenças de tratamento, a Pesquisa Nacional de Aborto (PNA), realizada em 2010 pela Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero, mostra que, aos 40 anos, uma em cada cinco mulheres já fez ao menos um aborto. E que o perfil é o da mulher comum em idade reprodutiva. “Não existe surpresa nisso. São mulheres de diversas classes sociais e religiões se arriscando porque a clandestinidade oferece risco. As diferenças mais uma vez estão no fato de que quanto mais pobre essa mulher, mais riscos ela corre por causa dos métodos aos quais tem acesso” explica a autora da pesquisa Débora Diniz. Esta leitura se confirma também no relatório feito pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro em parceria com a organização internacional IPAS “Mulheres incriminadas por aborto no RJ: diagnóstico a partir dos atores do sistema de justiça”, que pesquisou casos de criminalização de mulheres por aborto e entrevistou juízes, desembargadores, promotores e atores do judiciário em geral e concluiu que: “é muito mais comum que uma mulher seja incriminada por aborto quando ela utiliza um método abortivo ‘caseiro’ (remédios obtidos no mercado paralelo e outros métodos) do que quando ela recorre à clínica. Estes casos são justamente aqueles nos quais o procedimento dá errado (a mulher reage à medicação) e cai no sistema público de saúde; lá, um servidor público (em alguns casos o médico do posto, em outros um policial militar de plantão) a encaminha para a polícia. Este aspecto demonstra claramente o recorte sócio-econômico dessa modalidade de criminalização: a maior parte das mulheres que utiliza os serviços públicos de saúde é pobre, muitas das quais desempregadas ou com ocupações de baixa remuneração”. O relatório compara ainda duas sentenças dadas a mulheres diferentes: uma mulher de classe média, professora, mãe de dois filhos que foi presa após realizar aborto em clínica clandestina e teve a fiança arbitrada em 300 reais e outra mulher sozinha, que trabalhava com prostituta e mal sabia ler e escrever e teve a fiança arbitrada em 3 mil reais. “Em geral, o perfil da mulher se repetia: pobre, pouco instruída, moradora de periferia. Contudo, este não é necessariamente o perfil das mulheres que fazem aborto, mas sim o perfil das mulheres que são presas por terem feito aborto. Deste aspecto percebe-se uma grande diferença. O sistema captura apenas algumas mulheres, as que necessitam se submeter à saúde pública. Aquelas que encontram outras soluções privadas, não são atingidas. Um claro retrato do recorte socioeconômico”.
Quem dá o pão dá o castigo
 
Mariana* tinha 20 anos quando chegou ao pronto atendimento de um hospital particular de seu convênio médico em São Paulo com um aborto espontâneo e acabou sendo tratada como criminosa. “Estava com dois meses de gestação, acordei uma noite com muita cólica e sangramento e corri para o hospital. Apesar de não estar mais com o pai do bebê e da minha família ter me dado a opção de fazer o aborto em uma clínica, minha religião me fez desconsiderar essa hipótese” conta. “Assim que cheguei ao hospital, sozinha, e comuniquei à recepcionista o que estava acontecendo, senti a conversa mudar. Ela passou a me tratar com descaso e mesmo passando por uma hemorragia, tive de esperar muito mais tempo do que os outros para ser atendida”. Mariana lembra que assim que entrou no consultório, o médico perguntou se ela havia provocado o aborto e, diante da negativa, continuou perguntando seguidas vezes. “Antes da curetagem também perguntou muitas vezes se eu não havia mesmo usado nenhuma droga naqueles dias. Ele disse que eu estava com um aborto retido e que estava com uma grave infecção no útero. Fiquei vários dias internada no andar da maternidade e todas as vezes que saia no corredor, de cadeira de rodas, todas as mães, enfermeiras e atendentes me olhavam com ar de reprovação. Já estava triste por ter perdido o bebê e ainda tive de passar por isso mesmo sem ter provocado nada”.
Apesar de o Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CREMESP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) terem se colocado várias vezes contra a denúncia da paciente que provoca o aborto por parte dos médicos e do próprio Ministério da Saúde determinar em norma técnica que “Toda mulher em processo de abortamento, inseguro ou espontâneo, terá direito a acolhimento e tratamento com dignidade no Sistema Único de Saúde (SUS)”, o que se vê nos hospitais públicos e de convênios é o que relata Mariana, ou pior. “Diminuiu o número de mulheres que procuram o SUS por complicações de aborto e não é porque o número de abortamentos diminuiu. É porque os profissionais recebem essa mulher com julgamento, xingamentos, deixam-na sangrando por horas antes de internar e muitas vezes fazem os procedimentos sem anestesia que é ‘para aprender” diz a socióloga integrante da Frente contra a criminalização das mulheres e pela legalização do aborto Dulce Xavier, que há muitos anos acompanha estes casos. “Nós não temos uma política de planejamento reprodutivo no Brasil, faltam preservativos nos postos de saúde, muitos serviços que estão nas mãos de organizações sociais religiosas (esta matéria do site Viomundo fala das relações entre as OSS e o SUS e do prejuízo que muitas causam aos cofres públicos) se negam a fazer laqueadura e distribuir pílulas do dia seguinte – tanto que a presidente precisou sancionar uma lei para garantir o direito às vítimas de violência, o que já deveria ser feito desde a década de 1980 e mesmo assim houve protestos – e quando essa mulher engravida sem querer e provoca um aborto em ato de desespero, é descriminada por atendentes, enfermeiras e médicos” lamenta. Drezett complementa: “Eu trabalhei mais de 22 anos como chefe de plantão do centro obstétrico do hospital Eleonora Mendes de Barros e sempre perguntava aos residentes qual era a conduta que eles deveriam ter se uma mulher chegasse dizendo que havia feito um aborto. Eles não tinham nenhuma informação sobre isso. Os médicos não sabem o que fazer. Muitos acham que tem o dever de comunicar a polícia. Não são todos, mas isso ainda existe. E tem os que fazem procedimentos sem anestesia que é para a mulher aprender a não abortar mais. Porque senão ela vai ficar grávida toda hora para vir fazer um aborto aqui. Esse raciocínio só não é risível porque é patético. Mas o que tem por trás de tudo isso? A falta de clareza de lidar com o aborto como questão de saúde pública”.
Aqui, não
Cansado de presenciar cenas como estas, o ginecologista e obstetra Oswaldo Queiroz começou, há 18 anos, um trabalho de humanização no atendimento pós aborto em parceria com a organização Ipas na Maternidade Escola Assis Chateubriand (MEAC) em Fortaleza. “Nós observamos que muitas vezes a mulher é inimiga da mulher. A paciente vinha sangrando mas quando a atendente, a auxiliar descobria que era aborto, ela mesma rejeitava essa coitada que ficava, 4, 6 horas esperando por atendimento. Em 18 anos trabalhando com isso, eu nunca conheci uma mulher que quisesse abortar. Elas abortam porque estão desesperadas, porque não sabem usar os métodos, não têm orientação, muitas vezes quando o companheiro sabe que a mulher engravidou, o ‘couro come’, ela apanha de verdade. Não tem uma que não chore quando tudo termina. Não é uma situação agradável para elas” diz. Desde então, meninas e mulheres que chegam na Maternidade Escola com abortos mal sucedidos são atendidas prontamente. “Ninguém pergunta se o aborto foi provocado ou natural. Nós simplesmente prestamos o atendimento através de uma equipe multidisciplinar que tem médico, enfermeira, psicóloga e assistente social, fazemos a curetagem, conversamos, marcamos uma revisão, exames, se elas quiserem podem voltar para atendimento psicológico e o mais importante é que essas mulheres e meninas saem daqui com o método contraceptivo ajustado, explicado, prescrito e com ele na mão” explica dr. Oswaldo em uma sala pequena do pronto atendimento em uma manhã tipicamente quente e agitada de seu plantão. Ele lembra que o Ipas começou esta parceria com outros hospitais do SUS, mas os serviços foram acabando por resistência dos próprios profissionais e gestores. A equipe de Oswaldo atende cerca de 100 mulheres por mês, entre abortos provocados, naturais e vítimas de violência sexual. A idade média das pacientes fica entre 16 a 24 anos. “Mulheres sem orientação, pobres, já com outros filhos, sozinhas, com companheiros que somem quando elas dizem que estão grávidas. Quantas pacientes chegam com infecções, precisam ser internadas, chegam com útero perfurado, ficam estéreis, tudo isso cai na cabeça do contribuinte. Isso poderia ser evitado se o Brasil tivesse uma política de planejamento reprodutivo que funcionasse. No meu entender em qualquer posto de saúde deveria ter anticoncepcional, DIU e camisinha, disponíveis. Mas não tem. Eu mesmo só faço esse trabalho porque vou pessoalmente pedir doações nos laboratórios. Mas você vê, eu preciso me aposentar e não faço porque sei que o serviço vai acabar, ninguém quer se envolver com isso” lamenta.
Dr. Oswaldo me sugere ir até o andar superior da maternidade onde algumas meninas se recuperam de curetagens feitas pela manhã e conversar diretamente com elas. Seguindo por um largo corredor verde, entro em uma enfermaria com seis camas, três de cada lado da parede, todas ocupadas, cinco delas por meninas com seus bebês. Na última está Beatriz*, 15 anos, uma das pacientes da equipe de dr. Oswaldo. Me aproximo com cuidado, falando baixo, intimidada pelos olhares reprovadores das meninas mães (que aparentam ter no máximo 16 anos cada) sobre ela. Beatriz também responde em um fio de voz, com uma leve sorriso para mostrar que está bem. Ela e o namorado, de 16, moram juntos na casa de sua mãe. Ele trabalha, ela tenta levar a escola adiante, o que é bem difícil já que tem que cuidar do filho de um ano de idade. Conta que engravidou sem querer, mesmo usando a pílula. Quando pergunto se provocou o aborto, responde que sim com um aceno de cabeça mas quando indago sobre o método utilizado, responde que caiu no banheiro e bateu as costas. Foi para o hospital sangrando. Passou pela curetagem e deveria voltar logo para casa, com orientação e método anticoncepcional.
A ginecologista Zenilda Vieira Bruno, que coordena um serviço de atendimento voltado especificamente a adolescentes da Maternidade, explica que 25% dos abortos provocados que chegam ao hospital são de adolescentes entre 15 e 19 anos. “As meninas geralmente vão sozinhas ou com as amigas. Nós oferecemos acompanhamento por um ano, cuidando da parte de saúde, planejamento reprodutivo e psicológico. Elas dizem que engravidaram de relações esporádicas, que não sabiam que teriam relação então não estavam tomando pílula ou não levaram camisinha. Os garotos nunca se encarregam dessa parte, isso é responsabilidade delas”. Zenilda conta que em uma pesquisa que realizaram com as adolescentes (os resultados detalhados podem ser lidos em seu artigo neste livro) constatou que em cinco anos, as meninas que provocaram o aborto e tornaram a engravidar (65%), tiveram o segundo filho. A pesquisa mostra também que as meninas que abortaram eram mais velhas do que as que levavam a gravidez a termo. “Elas diziam que o filho atrapalharia os estudos, o trabalho. As mais novas, de 14, 15 anos com menos escolaridade e perspectiva achavam natural ter o bebê naquela idade e condições como sua mãe fez. Diziam que já cuidavam dos irmãos pequenos então poderiam criar os seus bebês. A maioria das adolescentes usa os anticoncepcionais de maneira errada. Já ouvi meninas que tomavam uma cartela intercalando com a irmã, com o namorado ou só na hora de ter relações. Falta instrução, dar o método e explicar como usar. É muito fácil criminalizar mas não dar a contrapartida” diz.
A Pública tentou entrevistar representantes do Ministério da Saúde e da Secretaria de Políticas para Mulheres a respeito dos temas abordados nesta reportagem mas foi informada pelas assessorias de imprensa de que não havia agenda disponível.
Nem quando amparado pela lei
Segundo o artigo 128 do Código Penal, de 1940, o aborto é permitido em caso de violência sexual assim como em caso de risco de vida para a mãe e, em decisão posterior do Supremo Tribunal Federal, também nos casos de anencefalia fetal. Mas só em 1989 foi implantado o primeiro serviço para atender esses casos em São Paulo, que nos decorrentes de estupro inclui, além do apoio psicológo e da interrupção da gravidez, exames anti HIV e a contracepção de emergência. Segundo dados do Ministério da Saúde, o país possui 65 hospitais qualificados na rede pública para realizar a intervenção prevista em lei e realizou 1.626 interrupções gerais de gravidez em 2012.
Ainda assim, a resistência por parte de profissionais e da própria sociedade, fez necessária a criação de uma lei, com tudo que já era determinado por norma, sancionada pela presidente Dilma em agosto, sob fortes protestos dos religiosos do Senado. Além disso, dos serviços que se dizem em funcionamento, nem todos realmente atendem todos os procedimentos, como explica Drezett: “Foi feita uma pesquisa em 2006, com as secretarias municipais de saúde de cerca de 800 municípios sobre os serviços de atendimento à mulher vítima de violência. Quando se pergunta quantos tinham o atendimento, quase 90% dizem que sim. Então a pesquisa pergunta quantos destes serviços oferecem a concepção de emergência e e mais da metade disse que não. Aí vem a parte interessante: quando se pergunta sobre o abortamento legal, 30% de cara já diz que não faz. 6% se recusa a falar sobre o assunto. Dos que fazem, apenas 1,9% tinham feito um aborto nos últimos dois anos. Quer dizer: é bonito dizer que tem, mas prometer que eu vou cuidar de você e te abandonar no momento em que você mais precisa de mim e está totalmente vulnerável é muito cruel” lamenta.
Dulce Xavier lembra ainda que “quando o serviço foi instalado em São Paulo em 1989 no Jabaquara, a equipe tinha a casa apedrejada, recebia telefonemas ameaçadores, médicos eram perseguidos por serem ‘aborteiros’. Houve no Ministério da Saúde um movimento para esclarecer, mas quem atende tem receio de entrar nisso”, ela diz.
Diante desta situação, alguns hospitais referência como o Pérola Byington em São Paulo, têm sua demanda aumentada por casos que chegam de todo o Brasil, como explica a psicóloga Daniela Pedroso: “Nós atendemos uma média de duas mulheres por semana, vítimas de violência sexual. Chegam mulheres e meninas de outras cidades e até outros estados”. Ela conta que desde a criação do serviço já foram feitos cerca de 1300 procedimentos e que a idade média das vítimas é de 20 a 24 anos. “mas também chegam adolescentes e até crianças. A menina mais nova que atendemos tinha 10 anos de idade”. Os casos de anencefalia, após uma dura batalha no judiciário que resultou na descriminalização por decisão do STF ( Veja aqui o documentário de Eliane Brum que conta a trajetória de uma mulher grávida de um bebê anencéfalo) hoje já são encarados com menor resistência por parte dos profissionais da saúde, mas ainda há casos de anomalias fetais graves que precisam de decisão judicial, que às vezes não saem, como explica a advogada Juliana Belloque. “O caso que foi levado para o Supremo era de um anencéfalo então foi concedido para anencefalia. Mas é evidente que se há inviabilidade de vida extrauterina não é crime. O exemplo era de um anencéfalo mas os médicos entendem isso restritivamente, existe um temor da classe médica de sofrer processos por essa conduta, então eles têm uma tendência a se resguardar. Quando é anencéfalo o médico faz. Qualquer outro tipo de inviabilidade a mulher precisa de um alvará judicial e a defensoria atende toda semana essas mulheres buscando alvarás. Aqui na capital a maioria dos juízes concede, mas ainda existem os mais conservadores ou religiosos que vão contra”.
Estatuto do Nascituro expressa retrocesso
No dia 1o de agosto, a presidente Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, a lei que obriga os hospitais a prestarem atendimento integral e multidisciplinar às vítimas de violência sexual, embora essa permissão já constasse do Código Penal desde 1940. Houve protestos por parte dos deputados da bancada religiosa, que se apressaram em apresentar vários projetos para derrubar a nova lei, focando principalmente na distribuição da pílula do dia seguinte que, contra todas as evidências médicas e científicas, é por eles considerado“uma espécie de aborto”.O relatório preliminar da reforma do Código Penal, que segue lentamente, retira o aumento de permissivos para o aborto e mantém apenas o que já era garantido por lei – apesar do Conselho Federal de Medicina ter se pronunciado a favor da autonomia de decisão pela mulher até a 12a semana de gravidez. Após a derrota na Câmara, em 2008, o PL 1.135/91, que tentou descriminalizar o aborto, a maioria dos projetos que tramitam hoje no Senado e na Câmara visa a aumentar as penas para o aborto clandestino e restringir ainda mais o abortamento legal – como o PLS 287/2012 de autoria da senadora Maria do Carmo Alves (DEM/SE), que pede que o aborto em caso de anencefalia volte a ser crime. No mesmo sentido, o projeto que ganhou mais destaque é o Estatuto do Nascituro (Projeto de Lei 478/2007), que tem sido rechaçado por médicos e militantes dos direitos humanos – e provocado protestos em todo o país – por tentar estabelecer que o nascituro “é ser humano concebido mas ainda não nascido”, prevendo o pagamento de um salário mínimo aos filhos de estupro e o direito de ter o nome do “pai” na certidão de nascimento.Durante a campanha para a presidência em 2010, diante de uma ameaça de boicote por parte das igrejas evangélicas e católicas, Dilma teria se comprometido a não apresentar nenhum projeto para a descriminalização do aborto. Com as bancadas religiosas e autodenominadas “pró-vida” a repressão tende a aumentar, explica Dulce Xavier: “Nós retrocedemos muito nesta questão nos últimos anos. Se em 2008 nós discutíamos a descriminalização destas mulheres, em 2013 estamos tomando as ruas para pedir que não se aprove uma lei absurda como é o Estatuto do Nascituro, e tudo por pura pressão religiosa sobre um estado laico”. Drezett vai além: “O Estatuto do Nascituro trata a mulher como um detalhe. Deveria substituir a palavra ‘mulher’ por ‘receptáculo de esperma humano’. Se for aprovado, o Brasil será o país mais atrasado, conservador e limitado no mundo em direitos reprodutivos. A pergunta não deveria ser ‘quem é contra o aborto’ mas se a mulher que provoca o aborto nestas condições de total abandono social deveria ser presa. Ninguém é a favor do aborto. Eu não sou e tenho certeza que nenhuma destas mulheres é. Acontece que faltam contrapartidas e as minhas convicções morais e religiosas sobre a concepção da vida são diferentes das suas e sobre isso nunca haverá consenso. Enquanto isso, a lei pode te fazer dormir tranquilo com sua moral mas nem a minha, nem a sua opinião e nem mesmo a própria lei têm impedido um milhão de mulheres de colocar suas vidas em risco todos os anos”.

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#Beleza – Empório Nutrire- Review

Olá meninas tudo bem?

Hoje eu quero compartilhar com vocês uma novidade aqui do blog muito bacana, a parceria com a loja de produtos naturais NUTRIREuma loja localizada na zona leste de SP no bairro da Moóca que contém todos os produtos que precisamos para uma reeducação alimentar, treino, ou opção por uma vida mais saudável.
São 600 produtos desde cosméticos a congelados que você pode escolher dentre varias marcas no segmento de naturais, orgânicos, e etc..

Bom vou falar dos produtos que eu escolhi e estou simplesmente amando cada um deles:

  • Queijo minas light:

Esse queijinho é maravilhoso tem uma consistência diferente parece uma mussarela, alem de light o sabor é incrível.

  • Pão de batata doce:

Esse pão vou fazer uma rabanada de natal, alem de ser sem glúten é muito saboroso, super indicado para nossa ceia light!

  • Creme de Centella para celulite:

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Amei esse creme, em pouco tempo a textura da pele já muda!

  • Argila verde para o rosto:

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Uso com suco de laranja, tiras as manchas os cravos e a oleosidade da pele, uma vez por semana é ideal!

  • Leite condensado sem açúcar:

Dispensa comentários, igual ao tradicional!

  • Nozes, castanhas, damasco e ameixa Nutrire:

A loja também produz castanhas, nozes e frutas secas alem de complementar a dieta são essenciais para qualquer ceia!

Todos esses produtos você encontra na loa fisica da Nutrire, o endereço e todos os produtos você encontra aqui:

http://www.nutrire.com.br/

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#Comportamento – Como se proteger de energias negativas em diversas situações.

Olá meninas, tudo bem?

Hoje resolvi mostrar a vocês algumas dicas fáceis e feitas em qualquer lugar e em qualquer ambiente, para se desvencilhar daquela sensação de negatividade pairando no ar!
Selecionei algumas técnicas que podem ser usadas em determinadas situações de “risco”, citei algumas dessas situações, mas as técnicas fica a disposição para a prevenção e em qualquer situação que vocês sentirem que necessário, ok?

Venho praticando a positividade e tenho colhido frutos inigualáveis, e por isso resolvi compartilhar com vocês algumas dessas técnicas que são maravilhosas, olha só:

São Paulo – Esta cena é corriqueira e de fácil identificação. Uma pessoa teve uma ótima noite de sono. Acorda se sentindo bem, feliz e cheia de disposição. Ao chegar ao trabalho, no entanto, depois de pouco tempo, as coisas começam a mudar. O clima está tenso, os colegas irritados e ansiosos.

Ela vai sentindo toda sua disposição diminuir. No fim do dia, o mundo parece pesar em seus ombros, tem dor de cabeça, de estômago e volta para casa com um humor completamente diferente do que tinha quando saiu. A pergunta é: como é possível perder todo aquele bem-estar em tão pouco tempo?

Segundo os profissionais que estudam o campo de energia humana, ou aura, isso ocorre porque vivemos num oceano de energia – que tem diferentes nomes nas mais diversas culturas, como energia vital, em português; prana, em sânscrito; pneumo, em grego –, com o qual se está em constante interação.

  • Para se proteger de pessoas e lugares estressantes e tristes

Como fazer: cruzar braços e pernas.

Por que fazer: para tornar a aura mais densa, compacta, menor.

Quando fazer: quando se sentir mal, cansado depois de lidar com certa pessoa, como se ela tivesse sugado sua energia; diante de vendedores agressivos, que desejam persuadi-lo a comprar algo desnecessário; quando estiver em lugares estressantes; em lugares como hospitais, velórios e delegacias de polícia, onde há grande energia de sofrimento e de dor.

Observação: em uma reunião ou diante de um superior, não é indicado o uso da posição de fechamento total (braços e pernas) para não ser mal interpretado. Portanto, nessas ocasiões, cruze as pernas e coloque as mãos juntas no colo. Dessa forma, a posição é de receptividade e cooperação.

  • Para curar relacionamentos conturbados

Como fazer: concentre-se nos chacras do coração e da coroa (no topo da cabeça) durante todo o processo. Levante ambas as mãos em posição de bênção. Visualize à sua frente a pessoa que deseja abençoar. Diga, suavemente, o nome da pessoa três vezes.

Projete bondade e amor e entoe as palavras “a paz esteja com você” por cerca de 3 minutos. Repita o procedimento duas ou três vezes por semana ou até quando achar necessário.

Por que fazer: para repelir e transmutar pensamentos negativos que lhes são dirigidos; para curar relacionamentos conturbados.

Quando fazer: quando se indispuser com pessoas durante discussões, em brigas de casal ou com os filhos, enfim, quando desejar transformar a energia negativa em positiva e para que a calma se instale.

  • Fortalecimento da aura em qualquer ocasião social

Como fazer: sentado ou de pé, conecte a língua ao céu da boca e feche as mãos na frente do corpo, com a mão direita sobre a mão esquerda.

Por que fazer: para aumentar o nível de energia no corpo e fortalecer a aura.

Quando fazer: em qualquer ocasião social, como ir a um restaurante, coquetel, reunião, vernissage.

Observação: você pode usar outras formas de fechamento das mãos. Algumas delas são: fechar as duas mãos com os polegares dobrados para dentro e colocá-las nos bolsos para que outras pessoas não vejam; colocar as mãos atrás das costas e fechar a mão esquerda com o polegar dobrado para dentro e depois segurá-la com a mão direita.

  • Para fazer em encontros com pessoas estressadas

Como fazer: sentado ou de pé, imagine uma rosa de frente para você na distância de um braço estendido. Essa rosa, com a flor na altura de seu rosto, deve ter uma cor muito vibrante. O caule desce até a altura do seu cóccix e deve ser repleto de folhas e espinhos. Imagine agora esse caule vindo ao encontro de seu corpo e entrando nele até o chacra básico (no cóccix). De lá, esse caule desce e enraíza no chão.

Por que fazer: para se proteger de ambientes e pessoas perniciosos.

Quando fazer: durante encontros com pessoas estressadas; em lugares onde prevalece o nervosismo.

Observação: essa técnica foi desenvolvida pela pesquisadora científica Karla McLaren.

  • Para se proteger antes de sair de casa

Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e tome consciência do seu chacra básico (na altura do cóccix). Conecte a língua ao céu da boca. Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos.

Visualize uma lâmpada de forma elíptica de cor laranja à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nessa lâmpada e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz laranja. Sinta o quanto esse escudo é forte. Visualize agora esse escudo áurico etérico com uma cor metálica laranja que envolve toda a luz laranja.

Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.

Por que fazer: esse escudo protege o corpo físico e mantém o equilíbrio interior e a clareza mental.

Quando fazer: antes de sair de casa, para pessoas que moram em grandes cidades, onde o estresse é muito alto; em situações de violência física; durante um assalto; quando se sabe que vai visitar uma área perigosa.

  • Para fazer em locais em que há briga. Também para proteger os filhos de bullying

Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e tome consciência do seu chacra do coração. Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos. Visualize uma lâmpada de forma elíptica (formato de uma lâmpada) cor-de-rosa à sua frente.

Imagine-se pequeno entrando nessa lâmpada e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz rosa. Sinta o quanto esse escudo é forte. Visualize agora esse escudo astral com uma cor rosa metálica que envolve toda a luz cor-de-rosa.

Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.

Por que fazer: para melhorar a eficácia do escudo etérico, a fim de conseguir paz interior e calma emocional nas situações que sejam psicologicamente perturbadoras.

Quando fazer: em lugares onde há brigas, como em residências onde o casal discute muito; os pais podem fazer esse escudo para proteger os filhos que sofrem bullying na escola.

Observação: pessoas com problemas cardíacos não devem usar essa técnica, pois ela pode piorar a condição.

  • Para fazer no trabalho

Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e concentre-se no chacra ajna (entre as sobrancelhas). Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos.

Visualize uma lâmpada elíptica amarela à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nela e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz amarela. Sinta como o escudo é forte. Visualize o escudo mental com uma cor amarela metálica que envolve a luz amarela.

Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.

Por que fazer: para obter clareza mental a fim de não ser atingido por pensamentos criados por muitas pessoas durante um período considerável de tempo.

Quando fazer: no trabalho, para se manter concentrado sem se distrair com as formas mentais alheias; em caso de um ataque psíquico intencional, quando desejam influenciar seu comportamento.

“A importância dessas técnicas é que elas podem ser feitas de forma rápida e simples diariamente. Quando protegemos nossa aura, evitamos entrar em contato com a energia negativa externa, que pode afetar nosso comportamento e nosso bem-estar”, explica Sandra, discípula do mestre Choa.

Além dos fatores externos, como o ambiente onde vivemos e trabalhamos e as pessoas com que nos relacionamos, a qualidade negativa da saúde física contribui muito para o enfraquecimento da aura.

“O campo de energia está intimamente associado à saúde. Se a pessoa não for sadia, o campo de energia ficará desequilibrado ou com uma energia estagnada”, explica a ex-pesquisadora da Nasa e curadora prânica Ann Brennan, autora do livro Mãos de Luz.

Mas não é só isso. “O medo, a culpa, a baixa autoestima, enfim, a qualidade das emoções, pensamentos e sentimentos também enfraquece o campo energético”, alerta Marta Ricoy, professora de ioga e terapeuta de aura soma, sistema terapêutico de cura por intermédio das cores.

Abaixo vou deixar um vídeo muito legal de cura interior, por que afinal de contas estamos encerramos o mais este ano, e é sempre bom focar todas as energias positivas, pensamentos férteis e coisas boas para 2014 um ano que nos promete muitas mudanças e alegrias.

1 semana para minha primeira cirurgia, e 15 para o natal, 21 dias para um ano novo maravilhoso e 1 mês para meu aniversário, meu Deus que ansiedade, rs.

Essa semana ainda farei um post especial de fim de ano, onde vou mostrar pra vocês como vamos montar a arvore lá em casa, eu e Bianca Justino minha maninha que também é blogueira, o blog dela que também é lindo, olha só:

http://quemvepensah.blogspot.com.br/

Por enquanto é isso minhas lindas, muita luz pra todas nós!

FONTE:

http://exame.abril.com.br

#Comportamento – A lição de vida de Demi Lovato: você conhece?

Oi gente tudo bem?

Hoje irei falar da cantora e atriz Demi Lovato que minha irmã é muito fã, por isso resolvi fazer esse post sobre a incrível história dela.

Demetria Devonne Lovato, cantora e atriz de 21 anos que hoje está em uma fase incrível de sua carreira já passou por momentos muito ruins com envolvimento em drogas, auto-mutilação, distúrbios alimentares e bipolaridade.

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A cantora que ficou famosa com sua aparição no filme em Camp Rock do Disney Channel , hoje em dia tem milhões de discos vendidos, vários prêmios e uma das vozes mais potentes atualmente. Mas mesmo assim Demi já passou por muita coisa.

Quando criança sofreu muito bullying por causa do peso, então pedia a mãe para ter aulas em casa. Em novembro de 2010 foi o grande choque, parou uma turnê se internou em uma clinica de reabilitação. Sua vida parecia perfeita estrela teen, atriz da disney, mas na verdade era tudo uma grande farsa, Demi fazia shows de estomago vazio, vomitava sempre, e nesse vai e vem acabou agredindo uma pessoa querida com um soco na cara, ”Eu estava literalmente transtornada”. Demi ficou 3 meses internada, os fãs mandavam para ela todos os dias ”Stay Strong Demi” Fique Forte Demi pelo twitter, então logo que saiu da clinica reabilitação Demi tatuo a frase em seus pulsos ”Não importa o que ela faça sempre estará olhando para elas e lembrará “Tenho que ficar forte”. ”Eu provavelmente não continuaria viva se eu continuasse a tratar meu corpo como eu estava tratando.”

Demi sofria desde os 7 anos com o bullying,  sofreu muito com todos seus problemas e diz que ”É um problema diário e com certeza será um problema que eu terei que lidar para o resto da minha vida. Será uma batalha diária, eu nunca serei prefeita.” e Demi agradeceu muito aos fãs ”Eu tive muito suporte dos meus fãs, e isso realmente me ajudou a enfrentar esse problema.”

Sobre as tatuagens Demi diz que ”Stay Strong” no seu pulso e um coração, são por que seus fãs tatuaram por cada dia que ela ficou na reabilitação, quando saiu, quis fazer uma igual.

Também fez isso para cobrir algumas cicatrizes que tinha, assim ela não iria se lembrar da dor todos os dias. E também ajuda a lembrar dos seus fãs.

Hoje em dia Demi é jurada no programa The X Factor, atualmente é atriz no elenco de Glee, lançou recentemente o clipe ”Neon Lights” do seu álbum ,DEMI acabou de lançar o livro ”Staying Strong: 365 Dias Do Ano” que estreou em lugar do topo da lista do New York Times, seu clipe ”Heart Attack” foi o clipe mais visto do ano da VEVO e esgotou todos os seus shows no Brasil pra 2014.

Demi disse que chorou muito ao gravar ”Skyscraper” o single que é responsável por evitar um a cada quatro casos de suicídio de adolescentes e que ficou marcado ”como a volta de Demi” que foi gravado pouco depois da sua saída da reabilitação. E que estará em um de meus videos que postarei em breve pra vocês.

A música é realmente linda, o clipe é emocionante e a letra nem se fala vale a pena dá o play.

É isso gente, uma história realmente inspiradora.

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#Saúde- Implante de silicone…TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER!

Olá meninas tudo bem?

Como todas já sabem dia 14/12 agora vou fazer meu primeiro procedimento cirúrgico, que será a prótese de silicone no seios.

Resolvi optar por essa cirurgia, pois na gravidez cheguei a fazer promessa para ter leite, e no período que perdi Alice, vocês não imaginam, meu leite jorrava no chão!

Tive muito leite, tanto leite que não pude nem doar, pois se eu doasse poderia correr o risco de ficar 1 ano doando, porque a produção era muito grande, então nesse caso tive que enfaixar as mamas para conter o fluxo e tomar um série de remédios para secar esse leite.

Tomei esse remédio por quase dois meses, e depois disso o meu seio que sempre foi grande ficou flácido, caiu e nossa depois disso ainda engordei com os remédios e eles ficaram enormes!

Sinto muita dor nas costas, e não vejo a hora dessa cirurgia chegar, rs!

E como todo procedimento cirúrgico temos que tomar alguns cuidados, no pré e no pós operatório!

Mais pra frente vou fazer um post completo da cirurgia junto do video para o reality, para que assim vocês que tem duvidas consigam acompanhar essa minha jornada e entender como funciona esse processo todo.

Por enquanto, vou explicar um pouco sobre o procedimento, e se houver alguma duvida só comentar!

Atualmente o implante de prótese mamária ou mamoplastia é um dos procedimentos de cirurgia plástica mais comuns realizados. Com o decorrer do tempo, fatores como idade, genética, gravidez, alterações no peso, exposição ao sol e gravidade podem mudar o tamanho e a forma das mamas. Mulheres que estão insatisfeitas com o tamanho dos seios ou tiveram alterações na forma podem obter mamas mais firmes e atraentes com a aplicação de silicone nos seios. A cirurgia pode aumentar o tamanho das mamas ou deixá-las simétricas, devolver seu volume ou reconstruí-las após perda total ou parcial. É importante lembrar que a cirurgia para implante de silicone não consegue corrigir as mamas caídas. Nesses casos, geralmente é necessária uma mamoplastia, que pode ser realizada em conjunto com esse procedimento, que é o meu caso.

O Pré-operatório:

Consulta inicial e exames pré-operatórios :

Vários aspectos devem ser considerados e entendidos durante uma consulta inicial com o cirurgião plástico para realização de implante com prótese de silicone no seios, como: a escolha do tamanho das próteses, tipos de implantes, incisões cirúrgicas, cuidados pré e pos operatórios e riscos envolvidos na cirurgia.

Estando a paciente realmente decidida a realizar a cirurgia, são solicitados exames pré-operatórios importantíssimos como (hemograma completo, coagulograma, risco cirúrgico cardiológico com eletrocardiograma, dosagem de Na, K, uréia e CR), exame de gravidez e ultrasonografia mamária bilateral.

Todo cuidado é pouco nesse processo, e a optação por tudo isso deve ser feita com cautela, quando for escolher o cirurgião deve se ter uma referencia do profissional, e ter certeza de sua regulamentação junto ao CRM.

Nunca aceite fazer uma cirurgia sem ser em um hospital de confiança, procedimentos feitos em clinicas são ilegais!

Procure um profissional sério, e faça seu procedimento com segurança!

Por enquanto é isso meninas!

Beijinhos e até a próxima!

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