#Saúde – 8 bairros de SP que estão perto de ter epidemia de dengue

Olá meninas, tudo bem?

Segundo o site EXAME

A cidade de São Paulo está longe de decretar uma epidemia de dengue, uma vez que é considerado surto quando 300 casos são registrados para cada 100 mil habitantes.

Na capital, segundo último balanço da Secretaria Municipal da Saúde, a incidência ainda é de 70,4 casos para 100.000 pessoas.

Alguns bairros, no entanto, têm registrado números elevados da doença. No Pari, por exemplo, a incidência é de 341,3 casos para cada 100 mil habitantes.

A região é considerada a primeira a registrar nível epidêmico de dengue na cidade de São Paulo.

No total, mais de 8 mil casos já foram confirmados na cidade – o número é 153% maior na comparação com o mesmo período de 2014. Já as notificações saltaram mais de 300% de 7.861 no ano passado para 31.980 neste ano.

Ainda de acordo com o balanço, quatro mortes já foram confirmadas por dengue na cidade.

Veja, nas imagens, oito bairros de São Paulo com as maiores incidências da doença, segundo a Secretaria Municipal da Saúde.

Os números de casos de 2014 são referentes ao ano todo. Já os números de 2015 são referentes às 12 primeiras semanas do ano.

Brasilândia

Brasilândia – 586 casos

Números de casos em 2015: 586
Incidência para cada 100.000 habitantes: 217,0
Números de casos em 2014: 1074
Incidência para cada 100.000: 405,4

Jaraguá é famoso por abrigar o pico mais alto de São Paulo

Jaraguá – 466 casos

Números de casos em 2015: 466
Incidência para cada 100.000 habitantes: 240,6
Números de casos em 2014: 831
Incidência para cada 100.000: 449,6

Vista do bairro de Pirituba, em São Paulo (SP)

Pirituba – 392 casos

Números de casos em 2015: 392
Incidência para cada 100.000 habitantes: 231,9
Números de casos em 2014: 1.171
Incidência para cada 100.000: 697,3
Vista do bairro Rio Pequeno em São Paulo

Rio Pequeno – 281 casos

Números de casos em 2015: 281
Incidência para cada 100.000 habitantes: 233,8
Números de casos em 2014: 1.419
Incidência para cada 100.000: 1197,9

Rodovia Raposo Tavares

Raposo Tavares – 275 casos

Números de casos em 2015: 275
Incidência para cada 100.000 habitantes: 268,5
Números de casos em 2014: 869
Incidência para cada 100.000: 697,6

Wikimedia Commons/Jurema Oliveira

Limão – 235 casos

Números de casos em 2015: 235
Incidência para cada 100.000 habitantes: 294,6
Números de casos em 2014: 206
Incidência para cada 100.000: 256,8
Distrito de Perus, em São Paulo

Perus – 209 casos

Números de casos em 2015: 209
Incidência para cada 100.000 habitantes: 252,2
Números de casos em 2014: 380
Incidência para cada 100.000: 473,9

Igreja de Santo Antônio do Pari

Pari – 61 casos

Números de casos em 2015: 61
Incidência para cada 100.000 habitantes: 341,3
Números de casos em 2014: 38
Incidência para cada 100.000: 219,7

Se você  como eu mora na capital, fique de olho e siga todas essas medidas de Combate à dengue (para eliminar os criadouros e evitar a reprodução e proliferação do aedes aegypti) na sua casa! Repasse para seus vizinhos, juntos podemos combater a proliferação.

– Não deixar água parada em pneus fora de uso. O ideal é fazer furos nestes pneus para evitar o acúmulo de água;

– Não deixar água acumulada sobre a laje de sua residência;

– Não deixar a água parada nas calhas da residência. Remover folhas, galhos ou qualquer material que impeça a circulação da água.

– A vasilha que fica abaixo dos vasos de plantas não pode ter água parada. Deixar estas vasilhas sempre secas ou cobri-las com areia;

– Caixas de água devem ser limpas constantemente e mantidas sempre fechadas e bem vedadas. O mesmo vale para poços artesianos ou qualquer outro tipo de reservatório de água;

– Vasilhas que servem para animais (gatos, cachorros) beber água não devem ficar mais do que um dia com a água sem trocar;

– As piscinas devem ter tratamento de água com cloro (sempre na quantidade recomendada). Piscinas não utilizadas devem ser desativadas (retirar toda água) e permanecer sempre secas;

– Garrafas ou outros recipientes semelhantes (latas, vasilhas, copos) devem ser armazenados em locais cobertos e sempre de cabeça para baixo. Se não forem usados devem ser embrulhados em sacos e descartados no lixo (fechado).

– Não descartar lixo em terrenos baldios e manter a lata de lixo sempre bem fechada;

– As bromélias costumam acumular água entre suas folhas. Para evitar a reprodução do mosquito, o ideal é regar esta planta com uma mistura de 1 litro de água e uma colher de água sanitária.

– Sempre que observar alguma situação (que você não possa resolver), avisar imediatamente um agente público de saúde para que uma medida eficaz seja tomada.

Espero ter ajudado vocês!

Um beijo.

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