Arquivo mensal: novembro 2016

#Beleza: E! anuncia drag queens finalistas de sua nova produção

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E! anuncia drag queens finalistas de sua nova produção

Na disputa da primeira etapa, canal se surpreende com a quantidade de inscrições e aumenta o número de candidatas para a próxima fase

Teste presencial com as eleitas será transmitido via Facebook Live na página do Eonlinebrasil no Facebook na quinta, 24, a partir das 12h. Acompanhe com #DragMeBrasil

Novembro, 2016 – Um dos momentos mais esperados chegou: o E! Entertainment Television anuncia as drag queens escolhidas na primeira etapa para continuar na seleção que vai revelar o trio poderoso para comandar a atração Drag Me as a Queen – Uma Diva Dentro de Mim!, com estreia prevista para 2017. De 131 inscritas para as três categorias – cabelo e maquiagem; figurino; e performance -, o canal selecionou 19 nomes para seguir para a próxima fase.

“O regulamento estabelecia a escolha de 15 nomes nesta etapa. No entanto, nos surpreendemos com tantas drags incríveis que se inscreveram e, então, optamos por uma exceção em eleger 19 nomes para continuar no processo”, conta Glauco Sabino, Gerente de Produção Original do E! Entertainment Television.

Confira o nome das eleitas em ordem alfabética: Amy Candy (@amyfcandy), Ashley Cruz, Chloe Stardust (@chloe.stardust), Dimmy Kieer (@dimmykieer), Dindry Buck (@dindry_buck), Divina Raio-Laser (@eusoudivina), Eros Ariel (@erosariel), Halessia Rockefeller (@halessiar), Hidra VonCarter (@hidra.voncarter, Ikaro Kadoshi (@ikarokadoshi), Gloria Groove (@gloriagroove), Kenda Barbie, Léo Áquilla (@leonoraaquillaoficial), Marcia Pantera (@marciapantera), Paulette Pink (@paulettepinkoficial), Penelopy Jean (@penelopyjean), Rita Von Hunty (@rita_von_hunty), Sarah Vika (@rafaelmello_o), Vic Haila (@vichaila).

E não para por aí! Na quinta, dia 24, o público vai poder acompanhar o teste presencial com as drag queens em uma exclusivatransmissão via Facebook Live na página do Eonlinebrasil no Facebook, a partir das 12h. Além deste teste presencial, as drag queens terão mais duas fases a cumprir até o anúncio dos 3 nomes escolhidos, que acontecerá em dezembro através do Instagram do E! Online Brasil (@eonlinebrasil).

E! Entertainment Television está selecionando três drag queens para transformar mulheres em verdadeiras divas durante o programa.Drag Me as a Queen – Uma Diva Dentro de Mim! é muito mais que um simples programa de televisão em que as mulheres recebem dicas e tratamentos de moda e beleza. “O programa está um passo à frente dos realities shows de transformação. Queremos compartilhar histórias de superação e valorização da autoestima feminina por meio de um processo inusitado: a cada episódio, este poderoso trio de Drag Queens prepara uma mulher em três requisitos superimportantes – cabelo e maquiagem; figurino; e performance. Todo o processo de transformação, altamente revelador, que ela experimentará, termina com uma performance completa para família e amigos. Nós, assim como o telespectador, queremos saber: que diva vive dentro de você?”, comenta Larissa Mathias, gerente de marketing do E!.

Drag Me as a Queen – Uma Diva Dentro de Mim! é uma coprodução do E! Entertainment Television com a produtora Movioca.

Para saber mais, acesse:
Sala de imprensa: www.eonlinesaladeimprensa.com
Site: www.eonlinebrasil.com
Twitter: @Eonlinebrasil
Facebook: www.facebook.com/eonlinebrasil
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Para assistir ao programa acesse o E! Entertainment no Brasil através dos canais: SKY 92 | NET E! HD 550 | CLARO TV E! HD 550 | OI 100 | VIVO CABO 63 | VIVO FIBRA E! HD 63 | VIVO DTH 362

Informações para a imprensa: Pipah Comunicação
Marina Telecki – marina.telecki@pipah.com.br – 55 11 97647-7536
Gabryel Strauch – gabryel.strauch@pipah.com.br  55 11 97676-6954

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#Saúde: Os Veganos e os Vegetarianos acreditam que não matam animais mas isso não é Verdade

Há menos de uma semana atrás, Claudio Bertonatti, um dos mais reputados naturalistas da Argentina, escreveu um artigo que desencadeou um terremoto. O tsunami já chegou até nós aqui e é provável que se chegue ainda mais longe.

No seu artigo, The Vegan Confusion, ele avisa que comer vegetais não impede a morte de animais. Bertonatti enfureceu milhares de veganos e vegetarianos, bem como outros conservacionistas da natureza. No entanto, muitos dos que leram seu artigo aprenderam algo sobre os direitos dos animais que talvez nunca lhes tivesse ocorrido.

Conversamos com Claudio sobre esta sua ideia e a ruptura que causou, e discutimos os pontos mais importantes da controvérsia.

Cláudio, você era vegetariano. O que fez você decidir tornar-se num?

Quando adolescente, eu cresci com interesse pela natureza. Eu pensei que ao tornar-me vegetariano eu evitaria matar tantos animais. Mas depois mudei de ideias.

O que aconteceu?

Comecei a estudar a natureza e a sair para o campo para observar a vida selvagem. Notei que nos campos de culturas agrícolas não havia pássaros, e os poucos que estavam lá acabavam sendo perseguidos. Então comecei a estudar anfíbios, mamíferos, répteis e peixes e percebi que estava confuso.

Como?

Como vegetariano, eu estava a ajudar a evitar a morte e o sofrimento de animais domésticos, mas não de espécies selvagens. E muitas dessas espécies – ao contrário das vacas, porcos e cabras – estavam a desaparecer. Então, eu voltei a tornar-me omnívoro.

O que o levou a escrever este artigo?

Na Argentina, encontro muitas pessoas que se dizem defensoras da natureza porque não comem carne nem usam couro. Eles pensam que por serem veganos ou vegetarianos estão a impedir que os animais morram. Mas não é verdade.

Porquê?

A partir do momento em que os seres humanos começaram a criar gado e a adoptar a agricultura geramos um impacto. Não há espécies animais cuja sobrevivência não resulte na morte de outros animais, directa ou indiretamente. Eu entendo que isso pode ser uma conclusão dolorosa. Eu também gostaria de viver num mundo ideal, mas essa não é a realidade. Muitos veganos e pessoas que só usam algodão parecem acreditar que não causam mortes, mas causam.

Quando digo isso, muitas pessoas sentem que estou as estou a encurralar.

Mortes indirectas?

Trigo, arroz, milho. A maioria dos veganos come essas coisas. O primeiro impacto do cultivo em massa é o desmatamento: forçamos a natureza a abrir espaço para as lavouras. Na Argentina, incendiaram a selva, queimaram ninhos com lança-chamas. Então eles devem defender a terra semeada dos pássaros que vêm alimentar. Muitos fazendeiros fazem isso espalhando grãos envenenados. Depois disso, os herbívoros selvagens vêm procurar os primeiros rebentos, então os latifundiários colocam cercas eléctricas ou caçam os animais com armas.

Se você comer carne, você mata animais, mas você também os pode matar ao comer plantas

O que acontece durante a colheita?

A terra é fumigada para combater os fungos, insectos e outras plantas. Os animais que foram expulsos mudam-se para outras áreas que já suportam animais: o hotel está totalmente reservado. Assim, os animais vão aos campos de cultivo vizinhos e uma outra onda dos impactos é gerada.

Em contraste, afirma ele, nos campos dedicados à pecuária há mais espécies de outros animais.

Há muitos prados selvagens na Argentina. Você pode fazer uma caminhada por lá e encontrar de tudo: anfíbios, répteis, pássaros. Claro, eu estaria a mentir se eu dissesse que há a mesma variedade de animais que você teria se as vacas não estivessem lá. O agricultor também persegue animais selvagens e mata todos os animais que considera prejudiciais à produção. Mesmo assim, o impacto é menor. Quando digo isso, muitas pessoas sentem que as estou a encurralar.

Em que sentido?

No sentido de que não há fuga: se você comer carne, você mata animais, mas você também os mata ao comer plantas. Muitas pessoas que preocupam-se com questões ambientais e procuram os bons e os maus, mas não é assim: é muito mais complicado.

Dê-nos um exemplo.

Há muitas pessoas por aqui a manifestarem-se e a afirmarem “Não à exploração de minérios. O slogan deveria ser “Não à mineração que explora imprudentemente os recursos e as pessoas”. Os activistas usam computadores que não existiriam sem os metais trazidos das minas. Estou surpreendido por eles não verem o quadro maior.

A maioria dos matadouros na Argentina são modelos de crueldade. Eu nunca poderia fingir que era de outra forma!

O que é que você acha da forma como a carne é produzida em massa – a indústria da carne?

É uma tragédia. As instalações para alimentar os animais e a maioria dos matadouros na Argentina são modelos de crueldade desenfreada. Eu nunca poderia fingir que seria doutra forma!

Há evidências de que os recursos necessários para a carne são muito maiores do que os necessários para os produtos hortícolas. E, que as culturas constituem uma grande parte desses recursos: uma alta porcentagem deles são usados para alimentar o gado.

Isso é verdade. Eu sei que a maioria das culturas de soja são usadas para este fim. Não estou a afirmar que os veganos são estúpidos ou que todos devem tornar-se carnívoros, só estou a afirmar que é importante ser sensato, adoptar uma posição inteligente e mostrar alguma solidariedade.

Para um fundamentalista, é pecado mencionar a morte. E que mais eu lhe poderia chamar? Eutanásia?

Qual será a posição mais inteligente?

Mostrar solidariedade com a Natureza: o mal menor. É importante incentivar o consumo e o abate, com mais humanidade, dos animais. Mas para um fundamentalista, é um pecado até mesmo mencionar a morte. E que mais eu lhe poderia chamar?? Eutanásia?

Se eu entendo correctamente, a sua intenção é avisar os veganos e os vegetarianos que o impacto zero é impossível.

A maioria de nós vive em cidades e sabe muito pouco sobre o mundo animal. Pergunte aos seus amigos se eles podem nomear 10 animais e 10 plantas silvestres nativas da área em que vivem.

Nós provavelmente não seríamos capazes.

Se não sabemos nada sobre natureza e a diversidade, então não seremos capazes de a valorizar. O nosso universo é limitado ao que vemos: cães, gatos, galinhas, porcos, patos, vacas. A nossa sensibilidade estende-se somente até eles. É como olhar através do buraco da fechadura. O mundo é maior do que isso e muito mais complexo, quer você o aceite ou não.

Você fala como se conhecesse muitos fanáticos.

Existem carnívoros e veganos fundamentalistas. Como cientista, quando os ouço falar com esse tom confiante – tão completamente sem nenhuma auto-dúvida – isso assusta-me. Os fundamentalistas só prestam atenção às pessoas que pensam como eles, e vêem todos os outros como um inimigo. É uma contradição.

O nosso universo é limitado ao que vemos: cães, gatos, galinhas, porcos, patos, vacas. A nossa sensibilidade estende-se somente até eles.

O quê?

Para um carnívoro ser violento é lógico, mas para um vegan ser violento é filosoficamente inconsistente.

Você conheceu veganos violentos?

Eu era o director administrativo do Zoológico de Buenos Aires. Eu renunciei ao cargo porque eu tentei transformá-lo num centro de conservação de espécies ameaçadas de extinção, mas não consegui. Existiam esses veganos que se manifestavam à frente do zoológico a gritarem para as famílias que vinham, chamando-as de assassinos. Isso prejudica o veganismo. As pessoas pensam: se isso é o veganismo, então eu não quero fazer parte dele. Nem todos os veganos são assim, é claro. Mas há muitas pessoas que desenvolvem uma grande empatia apenas por animais domésticos. Muitos deles acabam por odiar as pessoas e isso é uma patologia: não é saudável.

Para um carnívoro ser violento é lógico, mas para um vegan ser violento é filosoficamente inconsistente

No seu artigo você afirma que, se toda a espécie humana de repente se tornar vegana, isso seria uma tragédia. Mas alguns dizem que se fossemos todos veganos, então precisaríamos de menos cultivo agrícola do que sendo omnívoros.

Eu escrevi o artigo como uma forma de desencadear o debate no meu país, onde a pressão do movimento vegan na análise ambiental é geralmente bastante instável. Se toda a espécie humana se tornasse vegan por causa desse tipo de pensamento (sem contar com outras justificações filosóficas, religiosas ou de saúde nas quais eu não vou entrar), seria uma tragédia porque nós não estaríamos a entender verdadeiramente os problemas ambientais do mundo.

Você não está convencido pelas estatísticas.

Se um bem-compreendido veganismo contribui para melhorar o mundo natural, então eu vou de bom grado tornar-me vegan. A minha principal preocupação é a conservação da biodiversidade: que a riqueza da vida na Terra não fique mais pobre.

Mas, novamente, se todos na Argentina fossem veganos, isso não exigiria menos colheitas?

Eu não sei. Eu não acho que você precise de ser vegan para conservar a natureza e a biodiversidade. Eu não sou um especialista em desenvolvimento de produção agrícola, mas pelo que sei sobre o meio ambiente, é sempre melhor diversificar a produção. Deve haver culturas, vacas, apicultores… diversidade.

Você não precisa de ser vegan para conservar a Natureza e a Biodiversidade

Que deficiências você identifica no movimento vegan?

Nunca os vejo a lutar pela criação de novas áreas protegidas ou a combater o tráfico ilícito de animais selvagens. Vejo-os a protestar contra as touradas, que já não acontecem na Argentina, e contra os matadouros. É como se eles só se preocupassem com os animais domésticos que, novamente, não estão em perigo de extinção. Eu não estou a dizer que é errado – simplesmente que existe muito mais para além disso.

Em geral, você acha que não existe uma ligação suficiente entre o veganismo e a Consciência ambiental?

O que eu acho perigoso é gastar toda a sua energia a tentar salvar o gato preto quando não sabe nada sobre o meio ambiente, e porque talvez você esteja a desperdiçar a sua energia. Talvez a sua energia tivesse um maior impacto noutras situações. É importante ter uma visão ampla: poderia ajudá-lo a analisar melhor a sua situação. Se, depois, você ainda quiser dedicar a sua vida a salvar gatos pretos, isso é óptimo, e eu fico grato por isso. A defesa dos direitos dos animais não é incompatível com a conservação da natureza.

Claramente, há um conflito entre ambientalistas e activistas dos direitos dos animais e isso definitivamente vai ter um grande impacto no futuro da Humanidade.

Isso lembra-me um pouco os partidos políticos de esquerda: eles agem como se fossem inimigos, e ainda assim eles são muito semelhantes e deveriam ser aliados. Você sabe quem é o maior inimigo da conservação da natureza?

Quem?

As pessoas indiferentes. Muitas pessoas indiferentes acreditam que todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente são a mesma coisa: nós não comemos carne, que nós somos amantes da natureza que só practicamos o bem, comemos vegetais e que nunca fazemos sexo. Não é verdade. Somos pessoas normais!

Os ambientalistas tendem a pensar que os veganos e vegetarianos são apenas sentimentais. Por outro lado, a indiferença de alguns veganos para com os animais selvagens e a biodiversidade preocupa-me

A morte faz parte da Natureza. Misturar sentimentos com a ciência não parece muito científico. Por outro lado, a Consciência humana é importante, assim como a nossa responsabilidade por uma indústria terrível e pesadamente poluente. Quem é que está errado?

Os erros são feitos por ambos os lados. Os ambientalistas tendem a pensar que os veganos e vegetarianos são apenas sentimentais. Por outro lado, a indiferença de alguns veganos para com os animais selvagens e a biodiversidade preocupa-me: não é consistente. Reconheço o facto de que a Humanidade é uma máquina que devora o mundo. Um antropólogo afirmou que nós somos cosmófagos: devoramos o que nos rodeia.

Você está feliz com a agitação que o seu texto causou?

Muitas pessoas insultam-me e atacam-me afirmando que matei um urso polar, o que não é verdade. Outros proporcionam-me novas perspectivas pelas quais agradeço! Eu sou apenas um trabalhador da conservação da natureza, um jardineiro, e eu também errei muitas vezes. Eu faço o meu melhor, mas não me ofende descobrir que estou errado. Eu penso como um cientista, não como um fundamentalista.

Você não precisa ser vegano para conservar a Natureza e a Biodiversidade

Fonte: http://www.playground.plus/food/vegans-and-vegetarians-think-they-dont-kill-animals-but-they-do/?utm_source=facebook.com&utm_medium=post&utm_campaign=plus

#Comportamento: O erotismo sem tabus da ilustradora Frida Castelli

Aos olhos da ilustradora italiana Frida Castelli, há um potencial erótico em qualquer coisa – e é explorando esse erotismo latente que o mundo parece nos oferecer que ela cria seus desenhos ao mesmo tempo delicados e intensos. Ora sugerindo a experiência erótica, ora expondo a volúpia da cena explicita, Frida recheia sua conta no Instagram com ilustrações que se afirmam como framespoéticos de uma história maior.

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O ponto de partida de suas criações é muitas vezes suas próprias fotos, da onde cria rascunhos em grafite para depois os colorir. Dos cenários cotidianos nasce a explosão erótica que Frida registra com sua pena, feito fossem seus desenhos páginas de um diário surpreendente – onde tudo pode ser fonte de um prazer singelo e, ao mesmo tempo, irracional – transformando tabus em totens, e o proibido em um convite para se seguir em frente.

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© imagens: Frida Castelli

 Créditos : Hypeness
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#Cultura: D-Edge Concept traz Grace Jones no line-up

 

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D-Edge Concept traz Grace Jones no line-up

Com conceito visual de Muti Randolph a festa acontece no Tom Brasil

Olá meninas, tudo bem?

O D-Edge, clube referência internacional do artista e empresário Renato Ratier, apresenta festa D-Edge Concept no dia 18 de novembro, a partir das 23h, no TOM Brasil. O evento será um marco na noite paulistana, com a apresentação de Grace Jones, modelo, cantora e atriz jamaicana radicada nos Estados Unidos, ao lado de outras atrações internacionais e nacionais.

Ratier escolheu a dedo os artistas para o evento e trouxe os mais importantes da cena. Atração principal da noite, Grace Jones traz a turnê The Farewell Tour, show de aproximadamente 90 minutos de duração com 17 músicas. Está será uma das duas apresentações únicas na América do Sul que Grace fará. A cantora irá se apresentar com o corpo coberto por pintura inspirada nos trabalhos do artista gráfico Keith Haring, além de performance com bambolês.

Edu Corelli, DJ há mais de 25 anos e considerado ícone da noite, abre a pista com seus sets sempre caprichados e elegantes que mesclam referências ecléticas adquiridas ao longo de sua carreira que vão do house underground ao electro indie. Residente da festa Freak Chic, do D-Edge, faz parte do casting da agência D.Agency.

Depois da apresentação de Grace é a vez do Underground Resistance que apresenta Depth Charge, projeto ao vivo comandado pelo DJ e produtor Mark flash e o músico Michael Banks, membros do lendário coletivo de Detroit (UR). Surgido em 1989, o grupo tinha como objetivo ser uma plataforma para divulgar o techno da cidade norte-americana, que se tornou referência no estilo. Neste live inédito no Brasil, os produtores mesclam clássicos do techno e do electro com produções novas do UR.

Encerrando a noite o próprio Ratier, um dos pilares da música eletrônica brasileira, com 20 anos de carreira e fundador do D-Edge, tocará ao lado de artistas convidados que fizeram parte da história do clube ao longo dos 16 anos da casa. Todo o conceito visual é assinado por Muti Randolph, artista pioneiro em arte virtual 3D, que traduz seus projetos para o espaço real.

Eu estarei lá!

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