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#Comportamento: Undercut você teria coragem?

Olá meninas, tudo bem?

Geralmente quando optamos por mudanças nós mulheres costumamos recorrer ao cabelo para completar o visual e garantir o estilo, e o penteado undercut mostra que chegou para ficar. Usar o cabelo parcialmente raspado está cada vez mais em alta e a novidade já está virando tendência no Brasil.

O undercut é usado desde a década de 70 pelos punks, mas foi a modelo britânica Alice Dellal que lançou a moda em 2011, durante o London Fashion Week, e desde então teve seu penteado copiado por todo o mundo. Ela revelou à Vogue britânica que se inspirou em seu pai e seu irmão, que sempre raspavam o cabelo, e resolveu fazer o mesmo.

Existem diversas maneiras de aproveitar o corte, o que possibilita que mulheres de qualquer idade e com variados tipos de rostos possam usá-lo. A raspagem pode ser feita apenas de um lado ou ao longo de toda a cabeça. Além de fios compridos e curtos, algumas mulheres – e até alguns homens – gostam de usar o moicano, dando um ar despojado e estiloso ao look.

O modo mais “tradicional” de cortar o cabelo nesse estilo é pentear uma mecha para o lado e raspar o cabelo próximo da orelha. Assim, quando você divide o cabelo ao meio, o raspado quase não aparece e com isso é possível diversificar o penteado. O modo contrário, com o cabelo curtinho e o raspado aparecendo por quase toda a cabeça também tem sido bastante procurado.

Um cuidado básico que deve ser tomado pelas mulheres que pretendem aderir à moda do undercut comprido é que, durante o corte o cabelo precisa ser bem dividido, já que a máquina deve ser passada do lado oposto ao que a mulher usa o cabelo. Caso contrário, não será possível cobrir a área raspada, o que pode prejudicar o visual.

Rihanna conseguiu popularizar o estilo e Miley Cyrus surpreendeu os fãs cortando as madeixas em um undercut curto e loiro. Esse tipo de corte já vem sendo bastante requisitado nos salões de beleza, e as brasileiras estão colocando a nova tendência em prática.

Alguns cabeleireiros sugerem que o número recomendado para a raspagem é o três, ou o couro cabeludo ficará bastante visível. Entretanto, a máquina número um ou dois é uma opção para quem deseja radicalizar e mudar de vez o estilo do cabelo. A finalização do corte deve ser feita com uma tesoura, ou os cabelos podem ficar com uma aparência relaxada.

Para quem não gosta da ideia de raspar um lado – ou os dois – da cabeça, existe uma segunda maneira aproveitar a novidade. É possível cortar os fios de algumas mexas do cabelo de forma que eles fiquem mais curtos que o resto do cabelo, dando um ar diferente ao estilo. Nesse caso, o penteado é chamado de sidecut ou franja de nuca.

O corte é versátil, apesar de não parecer. Quem tem cabelo comprido, pode jogá-lo sobre a lateral raspada para disfarçar o visual e criar um ar sério. Mas, se a ideia e mostrar que tem estilo, vale tudo: fazer penteados com tranças, como a atriz Natalie Dormer, da série Game of Thrones, usar acessórios e presilhas, como a ex-Spice Girl Mel B, que usa aplicações de strass para inovar o visual, ou apenas jogar todo o cabelo para o lado e ostentar a lateral moderna.

Euzinha estava já com a ideia de fazer o corte algum tempo, mas precisava de algo que motivasse a tal, até porque é algo realmente ousado!
E, como eu estou numa grande fase de mudanças na minha vida (explico em outro post) resolvi que agora era a hora certa de mudar o visual!

Vejam só o resultado:

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Eai meninas, gostaram?

Espero que sim, rs! 🙂

Eu fiz meu Undercut no salão Equipe Flor de Lotus:

http://www.equipeflordelotus.com

Da uma olhada no trabalho que elas fazem, eu indico com toda segurança!

E para vocês consegui uma promoção daquelas:

equipeflordelotus

Entra na pagina do Facebook delas:

http://www.facebook.com/equipeflordelotus
Me inspirei nesse clip da Riri:

Falar nessa rainha, vocês viram o show dela no Rock in rio?
Arrasooooooooooooou demais né?

Até a proxima com mais novidades!
Esse mês fizemos 2 ANOS DE BLOGUINHO! VAI TER SURPRESA AGUARDEM!
Bjos

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#Beleza: Diversidade e Inclusão no Fashion Week de NY.

Apresentação do evento FTL Moda trouxe também modelo com síndrome de Down

Olá meninas, tudo bem?

Os desfiles da Semana de Moda de Nova York , que se encerram dia 17 de setembro, mostraram no último domingo (13) uma moda de inclusão dentro das apresentações do evento FTL Moda, que traz novos talentos nas áreas de moda e modelagem. Pelo menos três grifes levaram à passarela modelos com deficiência física (sem mão e parte do braço), como Shaholly Ayers e Rebekah Marine, além de uma garota com síndrome de Down, a australiana Madeline Stuart, de 18 anos.

Rebekah Marine exibe seu braço biônico durante desfile no evento FTL Moda: look é da grife Anna’s Loud.

Entre as marcas participantes do FTL, a Anna´s Loud desfilou com a modelo Rebekah Marine, que tem braço biônico há quatro anos. “Ser uma modelo com deficiência tem sido extremamente difícil ao longo dos últimos anos. As agências muitas vezes sequer olham meu portfólio. Mas percebi que é tudo sobre encontrar o seu nicho. Aceito que a maioria dos clientes pode não querer trabalhar comigo com base na minha ‘deficiência’”, disse recentemente em entrevista ao site Mashable. Rebekah fez duas entradas, com looks em tons de cru, como o maxicolete com pontas triangulares laterais e o vestido de um ombro só.

A modelo amputada Shaholly Ayers desfila com e sem a prótese para a grife Alexandra Frida.

A modelo amputada Shaholly Ayers também participou do evento, desfilando para duas marcas, a Alexandra Frida, com um saia evasê e um top cropped . Ela fez duas entradas, uma com a prótese e outra sem o aparelho. Também entrou na passarela para a marca sul-africana Hendrick Vermeulen, com vestido longo, com transparências sensuais e região dos olhos pintada de azul, como um máscara.

A grife da África do Sul também levou para a passarela a modelo australiana Madeline Stuart, que tem síndrome de Down e fez sua estreia nas passarelas. A garota entrou com um vestido longo, com corset, armação nos quadris e saia feita a partir de pedaços de tecido costurados um ao outro. Na segunda entrada, shorts e camiseta com estampa de peixe, ao lado de dois modelos pintados de azul, com inspiração no filme Avatar.

A australiana Madeline Stuart com síndrome de Down estreou na Semana de Moda de Nova York no desfile da grife Hendrick Vermeulen.

Quando resolveu ser modelo, Madeline começou a treinar natação e fazer dieta específica, chegando a perder 20 kg. Após sua primeira sessão de fotos, sua mãe Rosanne postou as imagens nas redes sociais, que se tornaram virais. A partir daí, faz campanhas de moda e também de conscientização sobre deficientes. Recentemente, sua mãe disse aoDaily Mail : “Ela trabalhou duro para isso. As pessoas com síndrome de Down podem fazer qualquer coisa.”

A modelo Rebekah Marine em sua segunda entrada para a grife Anna’s Loud.

Com vestido sensual e transparente, Shaholly Ayers também desfila para a grife sul-africana Hendrick Vermeulen

Com vestido sensual e transparente, Shaholly Ayers também desfila para a grife sul-africana Hendrick Vermeulen.

Muito maravilhosas né meninas?
Eu achei demais essa ideia das marcas mostrarem essa inclusão no mundo da moda que geralmente é tão restrito e padronizado, muitas pessoas quando passam por problemas semelhantes geralmente acham que a beleza e auto estima simplesmente acabaram, isso não é verdade!
Quando você passa por um processo de perda da estética natural, é ai que auto estima é passo mais importante para superar esses obstáculos!

O que vocês acham?

Fonte: Terra.com

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#Comportamento: Jovem e idoso são grupo de risco para suicídio.

O suicídio é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, segundo a OMS.

Olá meninas, tudo bem?

Espero que sim! 🙂

Esta semana estive lendo alguns artigos para bolar um post bacana de #Comportamento e vi uma matéria que me chamou muito a atenção no mulher.uol.com.br  e coincidentemente eu já havia pensado em abordar esse assunto aqui no blog, e a partir dessa matéria resolvi escrever esse post para vocês.

Sabe meninas, eu, vocês e muitas pessoas sabem o peso de muitas coisas que nos deixam infelizes, por que, somos como uma maquina de sentimentos e claro há dias que as coisas são difíceis, tristes e o sofrimento é muitas vezes inevitável, mas, ao contrario do que todo mundo imagina na minha opinião, quem se suicida não desiste, não é fraco, pelo contrário é uma pessoa muito corajosa, porém essa pessoa direciona esse ato de coragem e de desespero de uma forma errada acabando com as chances de reverter a situação que o deixou naquele estado de extrema explosão e abre a porta para que essa pessoa muitas vezes cometa algo que normalmente ela nunca teria coragem de fazer.

Por isso, e por muitos outros motivos acredito que se, ao redor dessa pessoa houvesse respeito para sua condição mental, apoio, dedicação por parte da família ou amigos para saúde mental desse ser humano, essa tristeza pode ser evitada, com empoderamento e resiliência tudo pode se transformar, esse transtorno pode acabar e a pessoa se sentir pronta a receber outras oportunidades na vida.

O grande problema, o Câncer do ser pensante dentro de uma sociedade é achar que quando somos crianças ou jovens temos a obrigação de aceitar o ambiente em que vivemos, o assédio moral  por parte de todos que nos cercam por acharem que não podemos responder por nós mesmos por sermos jovens de mais, só que, quando envelhecemos as coisas voltam a ser assim, porque essa mesma sociedade acredita que por sermos velhos não podemos responder por nós mesmos, aceitando o desrespeito e a intolerância por aquelas pessoas que acham que nunca foram jovens e que nunca vão envelhecer!

Em setembro de 2014, a OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou o primeiro “Relatório Global de Prevenção ao Suicídio”. 

Segundo o documento, dar fim à própria vida é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Pessoas acima dos 70 foram classificadas como as que mais se tornam suicidas. De acordo com os especialistas entrevistados pelo UOL, o fato de jovens e idosos serem presas fáceis do sofrimento causado pelo preconceito faz com que as duas faixas etárias figurem com destaque no levantamento.

Apesar de não existir uma estatística fidedigna sobre homossexuais que atentam contra si mesmos, acredita-se que eles também façam parte desse grupo –os atestados de óbito não são redigidos com a orientação sexual do indivíduo.

“O preconceito é um fator desencadeador para o comportamento suicida, ou seja, facilita que esse tipo de morte ocorra, mas não é a principal razão. A discriminação provoca sofrimento, faz a pessoa se sentir julgada, culpada, o que são elementos de risco que colaboram”, declara a psicoterapeuta Karen Scavacini, mestre em saúde pública e especialista em prevenção ao suicídio.
De acordo com o psiquiatra Carlos Estellita-Lins, especialista em suicídio e pesquisador da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), o preconceito é uma violência simbólica, que gera dano moral às suas vítimas. Para ele, o que difere os grupos de jovens e idosos é a experiência de vida.
“Jovens fazem mais tentativas de suicídio, enquanto  entre idosos há mais suicídios do que testes. O primeiro grupo tem menos conhecimento dos meios, do que é letal. Os mais velhos já viveram bastante e sabem o exatamente o que estão fazendo”, diz.
O psiquiatra diz que ambos –jovens e idosos– possuem pouca estrutura para lidar com os danos que a discriminação pode acarretar, seja por um bullying na escola ou por se sentir inútil para a sociedade, no caso dos que passaram dos 70.
“Reconhecer as formas de discriminação, que elas são uma forma de violência e deixam as pessoas sem saída, pode nos fazer entender que o suicídio é uma resposta a essas ações hostis”, declara.
“Foi a partir de muitos casos de suicídios de jovens e homossexuais que o bullying e a homofobia começaram a ser discutidos.” – Declara a Psicanalista.

Segundo a OMS, que enxerga o suicídio como um problema de saúde pública, 90% dos casos poderiam ser prevenidos. Por isso, a responsabilidade sobre um episódio suicida também é da sociedade como um todo.
Ao contrário do que se pensa, quebrar o tabu e trazer à tona o assunto é uma das formas de prevenir. Os especialistas afirmam que essa pode ser a abertura necessária para que os que pensam em tirar a própria vida consigam pedir ajuda.
“Perguntar sobre ideias de suicídio para alguém que já ameaçou –e é importantíssimo levar a sério os ‘avisos’– não vai incitá-lo à prática. O sofrimento é tão profundo que essa pessoa precisa ter uma chance de saber que pode falar a respeito. Uma conversa pode gerar opções de vida e levá-la a repensar o ato”, afirma Neury, psiquiatra e professor da Unicamp.
O engenheiro civil Carlos Correia, 61, é voluntário do CVV (Centro de Valorização da Vida) desde 1992. Para ele, o sentimento de alívio ao desabafar sobre os problemas é perceptível em contatos via telefone e, principalmente, nas palavras usadas em e-mails enviados à ONG.
“O preconceito gera muito sofrimento e pode ser considerado a gota d’água em um caso de depressão. Ao entrar em contato conosco, as pessoas sentem um pouco de calor humano, sabem que podem falar sobre tudo e compartilhar, pois não serão julgadas”, declara.
Correia diz que suicidas dão sinais do que pretendem fazer. “As frases normalmente são do tipo ‘estou tão cansado’ ou ‘não dá mais para segurar’. E quando existe um canal, como o CVV, esse alguém se sente valorizado, percebe que dentro dele existem coisas boas e que ainda há quem se preocupe com sua existência. Já recebemos cartas dizendo: ‘estou vivo por causa de vocês’ “.
O CVV – Centro de Valorização da Vida é uma das organizações não-governamentais (ONG) mais antigas do Brasil.

Fundada em 1962 por um grupo de voluntários, foi reconhecida como entidade de utilidade pública federal pelo decreto lei nº 73.348 de 20 de dezembro de 1973.

Sua atuação baseia-se essencialmente no trabalho voluntário de milhares de pessoas distribuídas por todas as regiões do Brasil.

É associado ao Befrienders Worldwide (http://www.befrienders.org/), entidade que congrega instituições de apoio emocional e prevenção do suicídio em todo o mundo.

Em 2004 e 2005 fez parte do Grupo de Trabalho do Ministério da Saúde para definição da Estratégia Nacional para Prevenção do Suicídio.

Sua principal iniciativa é o Programa de Apoio Emocional realizado pelo telefone, chat, e-mil, VoIP, correspondência ou pessoalmente nos postos do CVV em todo o país (veja como acessar o serviço). Trata-se de um serviço gratuito, oferecido por voluntários que se colocam disponíveis à outra pessoa em uma conversa de ajuda e preocupados com os sentimentos dessa pessoa.

Mudanças drásticas no comportamento também podem indicar risco de suicídio. “Dormir muito pouco ou mais do que o normal, falar sobre ser um peso para os outros, procurar meios –estocar remédios, por exemplo–, perder interesse por coisas que importavam antes e se despedir são alguns aspectos a serem observados “, diz a psicoterapeuta Karen Scavacini.  Além disso, a especialista alerta para situações de luto, mudança, separação, pois podem ser tornar desencadeadoras do ato.
Entretanto, muitos desses sinais se fazem reais apenas depois que a pessoa morreu, o que faz aumentar a culpa daqueles que fazem parte da vida de quem cometeu suicídio.
De acordo com Karen, que também é fundadora do Instituto Vita Alere de Prevenção e Posvenção do Suicídio, em São Paulo, estima-se que de cinco a dez pessoas têm a vida impactada por esse tipo de morte. “Muitas vezes, elas são julgadas por não terem percebido a tempo ou terem feito alguma coisa para impedir aquele suicídio. Mas é preciso lembrar que, apesar de poder ser prevenido, o ato não é previsível”, afirma.
“Prevenir também é aumentar o conhecimento sobre o tema. Se falarmos a respeito, não criaremos uma sociedade fiscalizadora, mas, sim, que entenda o assunto e ajude quem lida diretamente com esses casos, como médicos e policiais”, diz o pesquisador da Fiocruz Carlos Estellita-Lins.

Não deixe ser tarde para alguém, oriente que procure ajuda médica, de seu apoio, não finja que nada esta acontecendo, porque pra quem esta sofrendo o tempo pode ser o pior dos inimigos!

Até a próxima!

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#Comportamento: No dia das mães, retribua com cuidado, carinho e amor.

Escolha o presente ideal para cada estilo neste Dia das Mães

Olá meninas, tudo bem?

O Dia das Mães está chegando e que tal presenteá-la com produtos ideais para deixar o look ainda mais glamoroso? Abaixo, seguem algumas dicas de presentes que vão desde produtos elétricos para as madeixas, perfumes, maquiagens até loções hidratantes.

Cuide da beleza da mulher mais importante da sua vida nesta data tão especial. Confira:

Fragrância Giorgio Beverly Hills® – Uma fragrância lendária na história do perfume, o singular e poderoso Giorgio Beverly Hills®, do grupo Elizabeth Arden. Esse é um perfume que transmite as imagens mais belas da Dolce Vita, é um daqueles nomes gravados em letras de ouro que evocam o poder e a fantasia de Beverly Hills, situada nos arredores de Los Angeles (Estados Unidos), onde os homens e mulheres de negócios, famílias ricas e celebridades de Hollywood se reúnem em um símbolo de puro luxo e glamour californiano.

Floral amadeirado, com notas de gardênia, rosa, jasmim, ylang-ylang, almíscar, sândalo e musgo. Para a mulher jovem, elegante, dinâmica e segura de si.

Preços sugeridos: EDT 30 ml R$ 99,00; EDT 50 ml R$ 149,00; EDT 90 ml R$ 179,00. Onde encontrar: http://www.sephora.com.br/

Fragrância Cartier Baiser Volé Lys Rose – Uma fragrância que deixa um rastro inesquecível e constante, o novo Cartier Baiser Volé Lys Rose apresenta em sua essência um pink vibrante que brinca com pétalas de lírio rosa florescendo, delicadamente cristalizadas com toques sutis de framboesa. O irresistível Eau de Toilette traz, pela primeira, toda a delicadeza, paixão e emoção dessa flor exploradas em cada um de seus aspectos, construindo um perfume que é pura feminilidade e requinte.

Preços sugeridos: EDT 50 ml R$ 469,00; EDT 100ml R$ 669,00. Onde encontrar: www.topinternacional.com.br

Batons Rouge Blush Sparkle, da Arcancil Paris – traz uma combinação única de brilho e cor intensa. Disponível em nove tonalidades e com textura suave e cremosa, o batom desliza nos lábios e não escorre. Macio e confortável, sua fórmula é livre de parabenos e enriquecida com óleo de argan e de semente de uva, o que mantém os lábios perfeitamente hidratados. Devido às partículas multirrefletoras, o batom garante um brilho incomparável aos lábios, deixando-os mais volumosos.

Preço sugerido: R$ 59,90. Onde comprar: www.topinternacional.com.br

Hidratante 350ml Linha Premium D’Ambiance – Formulados com ingredientes excelente qualidade, apresentam uma aplicação suave e fácil de espalhar, promovendo uma hidratação continua e duradora. Com textura suave e leve, deixa um agradável aroma na pele. Fragrâncias: Bordeaux, Noir, Sophistique, Glamour.

Preço sugerido: R$ 35,00.

Gel Relaxante Refrescante para as Pernas, da Linha NUK Care Beauty – a marca oferece o Gel Relaxante Refrescante para as Pernas, que promove a microcirculação sanguínea aliviando a sensação de pernas pesadas. Contém alta concentração de mentol que acalma e refresca a pele instantaneamente. Enriquecido com extratos de Algas Marinhas Vermelhas, possui propriedades tonificadoras, além de facilitar na hora de espalhar o gel.

 Praticidade na hora de usar devido a sua prática embalagem com bico aplicador.

Contém 100ml – Preço sugerido: R$89,90. Site: www.nuk.com.br

Loção Refrescante Bruma Marinha, da Linha NUK Care Beauty – para hidratar a pele e mantê-la sempre bonita e saudável, a Loção Refrescante Bruma Marinha tem a função de repor os minerais essenciais a qualquer hora do dia. A Loção hidrata e protege a pele, além de proporcionar agradável sensação de frescor.

Contém 250ml. Preço Sugerido: R$ 69,90Site: www.nuk.com.br

Dense Filler 3D, da Adcos – Dermocosmético em cápsulas de uso facial e diário, indicado para preenchimento de rugas e ação anti-idade duradoura. Em forma de sérum, sua formulação contém estimulinas e ácido hialurônico desidratado, tecnologia de rejuvenescimento com efeito preenchedor imediato, que garante também hidratação, nutrição e textura macia para peles desvitalizadas

– R$ 204,00. ADCOS – SAC: 0800 722 1123

Secador Speed Íon, da Salon Line- Com design mais moderno e inovador, o secador mantém toda sua potência (até 2300w) e possui tecnologia Íon Shine, que emite mais íons negativos que neutralizam a eletricidade dos fios e selam as cutículas, deixando os cabelos sedosos, com brilho e sem frizz. Outro diferencial é o seu revestimento cerâmico, um aliado quando o assunto é cuidado com os cabelos. Conta com seis combinações de velocidade e temperatura, além do jato de ar frio instantâneo.

Preço sugerido: R$ 189,90 – www.salonline.com.br SAC: (11) 4134-2727.

Dia das mães, além de ser um dia que dedico para minha mãe e minha vó, nós mães de anjo, nunca deixaremos de lembrar de nosso filhos, nesse dia meu marido costuma me levar pra sair, minha família me presenteia, tudo para não deixar que eu acabe me deprimindo, mas, esquecer é inevitável!

Então, para você que passa por isso, eu deixo esta carta que foi escrita por uma enfermeira americana que perdeu seu bebe e tem sido usada no mundo todo para ajudar as pessoas a compreenderem o sofrimento que enfrentam as mães que perdem seus filhos.
Espero que possa ajudar a todos os que lerem-na.

Esta carta foi feita para ajudar outras pessoas a entender e respeitar a dor da perda gestacional.

Quando estiver tentando ajudar uma mulher que perdeu um bebê, não ofereça sua opinião pessoal sobre sua vida, suas escolhas, seus projetos para seus filhos. Nenhuma mulher nesta situação está procurado por opiniões (de leigos) sobre porque isto aconteceu ou como ela deveria se comportar.

Não diga: É a vontade de Deus. Mesmo se nós somos membros de uma mesma congregação, a menos que você seja um dirigente desta igreja e eu estiver procurando por sua orientação espiritual, por favor, não deduza o que Deus quer para mim. A vontade de Deus é que ninguém sofra. Ele apenas permite.
Apesar de saber que muitas coisas terríveis que acontecem são permitidos por Deus, isto não faz estes acontecimentos menos terríveis.

Não diga: Foi melhor assim havia alguma coisa errada com seu bebê. O fato de haver alguma coisa errada com o bebê é que me faz tão triste. Meu pobre bebê não teve chance. Por favor, não tente me confortar destacando isto.

Não diga: Você pode ter outro. Este bebê nunca foi descartável. Se tivesse a escolha entre perder esta criança ou furar meu olho com um garfo, eu teria dito: Onde está o garfo? Eu morreria por esta criança, assim como você morreria por seu filho. Uma mãe pode ter dez filhos, mas sempre sentirá falta daquele que se foi.

Não diga: Agradeça a Deus pelo(s) filho(s) que você tem. Se a sua mãe morresse num terrível acidente e você estivesse triste, sua tristeza seria menor porque você tem seu pai?

Não diga: Agradeça a Deus porque você perdeu seu filho antes de amá-lo realmente. Eu amava meu filho ou minha filha. Ainda que eu tenha perdido meu bêbê tão cedo ou quando nasceu, eu o amava.

Não diga: Já não é hora de deixar isto para trás e seguir em frente? Esta situação não é algo que me agrada. Eu queria que nunca tivesse acontecido.
Mas aconteceu e faz parte de mim para sempre.A tristeza tem seu tempo que não é o meu ou o seu.

Não diga: Eu entendo como você se sente. A menos que você tenha perdido um bebê, você realmente não sabe como eu me sinto. E mesmo que você tivesse perdido, cada um vivencia esta tristeza de modo diferente.

Não me conte estórias terríveis sobre sua vizinha, prima ou mãe que teve um caso parecido ou pior. A última coisa que preciso ouvir agora é que isto pode acontecer seis vezes pior ou coisas assim. Estas estórias me assustam e geram noites de insônia assim também como tiram minhas esperanças. Mesmo as que tenham tido final feliz, não compartilhe comigo.

Não finja que nada aconteceu e não mude de assunto quando eu falar sobre o ocorrido. Se eu disser antes do bebê morrer… Ou quando eu estava grávida…não se assuste. Se eu estiver falando sobre o assunto, isto significa que quero falar. Deixe-me falar. Fingir que nada aconteceu só vai me fazer sentir incrivelmente sozinha.

Não diga Não é sua culpa. Talvez não tenha sido minha culpa, mas era minha responsabilidade e eu sinto que falhei. O fato de não ter tido êxito, só me faz sentir pior. Aquele pequenino ser dependia unicamente de mim para trazê-lo ao mundo e eu não consegui. Eu deveria trazê-lo para uma longa vida e não pude dar-lhe ao menos sua infância. Eu estou tão brava com meu corpo que você não pode imaginar.

Não me diga: Bem, você não estava tão certa se queria ter este bebê… Eu já me sinto muito culpada sobre ter reclamado sobre mal estar matinais ou que eu não me sentia preparada para esta gravidez ou coisas assim. Eu já temo que este bebê morreu porque eu não tomei as vitaminas, comi ou tomei algo que não devia nas primeiras semanas quando eu não sabia que estava grávida.

Eu me odeio por cada minuto que eu tenha limitado a vida deste bebê. Se sentir insegura sobre uma gravidez não é a mesma coisa que querer que meu bebê morra, eu nunca teria feito esta escolha.

Diga: Eu sinto muito. É o suficiente. Você não precisa ser eloqüente. As palavras dizem por si.

Diga: Ofereço-lhe meu ombro e meus ouvidos.

Diga: Vocês vão ser pais maravilhosos um dia ou vocês são os pais mais maravilhosos e este bebê teve sorte em ter vocês. Nós dois precisamos disso.

Diga: Eu fiz uma oração por vocês. Mande flores ou uma pequena mensagem. Cada uma que recebi, me fez sentir que meu bebê era amado. Não envie novamente se eu não responder.

Não ligue mais de uma vez e não fique brava (o) se a secretária eletrônica estiver ligada e eu não retornar sua chamada. Se nós somos amigos íntimos e eu não estiver respondendo suas ligações, por favor, não tente novamente. Ajude-me desta maneira por enquanto.

Não espere tão cedo que eu apareça em festas infantis e ou chás para bebes ou vibre de alegria no dia das mães. Na hora certa estarei lá.

Se você é meu chefe ou companheiro de trabalho:

Reconheça que eu sofri uma morte em minha família não é simplesmente uma licença médica. Reconheça que além dos efeitos colaterais físicos, eu vou estar triste e angustiada por algum tempo. Por favor, me trate como você trataria uma pessoa que vivenciou a morte trágica de alguém que amava. Eu preciso de tempo e espaço.

Por favor, não traga seu bebê ou filho pequeno para eu ver. Nem fotos. Se sua sobrinha está grávida, ou sua irmã teve um bebê há pouco, por favor, não divida comigo agora. Não é que eu não possa ficar feliz por ninguém mais, é só que cada vez que vejo um bebê sorrindo ou uma mãe envolta nesta felicidade, me traz tanta saudade ao coração que eu mal posso agüentar. Eu talvez diga olá, mas talvez eu não consiga reprimir as lágrimas. Talvez ainda se passarão semanas ou meses antes que eu fique pelo menos uma hora sem pensar nisso. Você saberá quando eu estiver pronta.Eu serei aquela que perguntará pelos bebes, ou como está aquele garotinho lindo?

Acima de tudo, por favor, lembre-se que isto é a pior coisa que já me aconteceu.

A palavra morte é pequena e fácil de dizer. Mas a morte do meu bebê é única e terrível. Vai levar um bom tempo até que eu descubra como conviver com isto.

Ajude-me.

Um grande beijo no coração de todas mamães e de todas mamães de anjos!

Até a próxima.

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#Comportamento – As Princesas da Disney: a história macabra por trás dos contos.

Olá meninas, tudo bem?

Todo mundo conhece o maravilhoso mundo da Disney não é mesmo? e todo mundo conhece as famosas princesas dos contos de fada certo? O que vocês não conhecem são as histórias verdadeiras, isso mesmo, as histórias  e contos antigos que as princesas da Disney foram inspiradas.

Nesse post vou contar tudo que tem por trás dos contos ”maravilhosos” da princesas da Disney

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A princesa Ariel: no conto original Ariel não termina com o príncipe Eric, ela vira humana por algum tempo mas sente muitas dores nas pernas, e o príncipe acaba casado com outra Princesa que se apaixona, então Ariel volta ao mar e se dissolve em uma espuma quando a onda bate.

A Bela e a Fera: Bela possuía duas irmãs más que não gostavam dela, então elas a convidam para passar uns tempos na sua casa de campo, mas a Fera não gosta da ideia mas acaba  deixando que Bela vá, Bela acaba ficando mais tempo incentivada por suas irmãs invejosas, então A Fera fica furiosa e devora Bela no jantar.

A Bela Adormecida: no conto, um rei tenta entrar no castelo da Bela Adormecida, mas não tem sucesso porque ela já esta dormindo profundamente, então ele decide pular pela janela e entra no cômodo onde a Aurora dorme, então como na necrofilia, ele estupra a princesa adormecida e simplesmente e vai embora! Então ela engravida de gêmeos do rei estuprador e desperta no momento de dar a luz aos bebes,  O rei apesar de ser um estuprador, encontra a princesa depois que acorda, então eles acabam se apaixonando, mas o rei é casado com outra mulher, e ela descobre o adultério e quer matar os gêmeos. A mulher vingativa tenta queimar a princesa na fogueira, mas não consegue então  rei e a princesa estuprada se ​​casam.

Cinderela: Na história real, uma das irmãs más da Cinderela corta os seus dedos dos pés e a outra o calcanhar, para possam caber no sapatinho de cristal, mas príncipe é avisado por pombinhas que há sangue no sapato, e então descobre que ele pertence a Cinderela, então ela e o príncipe se casam e Cinderela aproveita a oportunidade para se vingar, convida as suas”irmãs” malvadas para a cerimônia de seu casamento, e envia pássaros para arrancarem seus olhos.

As histórias reais da Disney são bem obscuras não é mesmo? vocês já conheciam as versões reais dos contos de fadas da Disney? Me fala aí sua opinião, beijo!

Eu prefiro continuar acreditando na Disney hahaha.

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#Comportamento – Dia Internacional da Mulher 2015: Empoderamento das mulheres, empoderamento da humanidade.

 

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2015

“Empoderamento das mulheres, empoderamento da humanidade – imagine!”

Olá meninas, tudo bem?

Olá só que bacana essa mensagem da diretora geral da UNESCO sobre o dia da mulher:

No ano de 2015 marca o 20º aniversário da 4ª Conferência Mundial sobre as Mulheres, que culminou com a aprovação da Declaração e da Plataforma de Ação de Pequim. Em 1995, representantes dos Estados e da sociedade civil assinaram um compromisso para a igualdade de gênero, orientado pela convicção de que “o empoderamento das mulheres e sua participação plena em condições de igualdade em todas as esferas da sociedade, incluindo a participação no processo de tomada de decisão e acesso ao poder, são fundamentais para alcançar a igualdade, o desenvolvimento e a paz”. Eu estava entre os 17 mil delegados de todo o mundo que se reuniram em Pequim em 1995, e me lembro de deixar a cidade com esperança e um sentimento de realização.

Ao comemorarmos o aniversário desse evento histórico, torna-se evidente que, apesar dos avanços significativos e de muito trabalho duro, ainda existem desigualdades em vários países. 2015 é o ano para analisar os resultados e olhar para os desafios que permanecem, assim como para as possibilidades e oportunidades inexploradas. Isso é especialmente importante no momento em que os Estados elaboram uma nova agenda mundial de desenvolvimento sustentável. Ao avançarmos, nós devemos apoiar o empoderamento das mulheres como uma força transformadora para os direitos humanos, para o crescimento econômico, para a sustentabilidade – e colocar a igualdade de gênero no centro de todos os esforços de desenvolvimento.

Esses objetivos orientam todo o trabalho da UNESCO para levar adiante a sua Prioridade Global de Igualdade de Gênero, por meio de todas as suas áreas de competência – para garantir às meninas e às mulheres igualdade de acesso à educação de qualidade e ao desenvolvimento de competências, à ciência e à tecnologia, à informação e à comunicação. Esses objetivos fundamentam a Parceria Global da UNESCO para a Educação de Meninas e Mulheres, bem como as atividades apoiadas pelo Fundo Malala para o Direito das Meninas à Educação. O nosso trabalho é de parceria, por meio do sistema das Nações Unidas, de forma ainda mais estreita com a ONU Mulheres, bem como com o setor privado, o que se reflete no duradouro Programa L’Oréal-UNESCO para Mulheres na Ciência para apoiar meninas e mulheres em carreiras científicas.

2015 é um ano decisivo. Vinte anos após Pequim, ao mesmo tempo em que o mundo decide sobre uma nova agenda, nós devemos desenvolver uma nova visão que se baseie nas lições aprendidas e delineie novas ações para enfrentar os desafios, sejam novos ou remanescentes. Nesse espírito, eu clamo aos Estados-Membros da UNESCO e a todos os parceiros para unir forças, a fim de colocar o poder transformador da igualdade de gênero no centro da agenda mundial de desenvolvimento sustentável pós-2015.

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Feliz dia das Mulheres, meus amores!

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#Comportamento: Feminismo, o movimento de liberdade que aprisiona.

Olá meninas tudo bem?

Quem leu o titulo do post já deve ter pensado várias coisas polêmicas, e que eu estaria aqui me opondo ao movimento, olha, vamos com CALMA, ok?

Eu não estou aqui para levantar nenhuma bandeira, nem estereotipar e rotular a massa que participa fielmente e compartilha do ideais de qualquer movimento que seja, eu apenas quero deixar bem claro principalmente para quem participa de um movimento que luta pelo direito de igualdade e liberdade que entenda que não é por que não compartilho de algumas coisas pregada por vocês que sou machista, Amélia ou qualquer coisa do tipo!

Eu acredito de verdade nessa liberdade e por esse motivo não me sinto a vontade de me reportar a um movimento, pois a minha opinião diverge de várias coisas dentro dessa “Cartilha” que vocês se sentem a vontade.

Sou totalmente a favor do direito da mulher, da igualdade de valores no trabalho, na vida, no lar, no relacionamento, porém tenho meus valores, minha índole, não é porque eu acredito que eu tenha certos direitos que me colocarei em situações a prova de risco para me manter firme na minha opinião, não!

Como por exemplo: eu jamais vou ser conivente com uma mulher que não se valoriza, mas, isso não significa que eu edifique que o homem tem o direito de fazer o que quiser com ela, os dois ao meu ver estão errados,  ela tem sim o direito de fazer o que quer, mais a partir do momento que perde a noção, que não tenha a percepção do quanto simplesmente não ligar para absolutamente nada pode coloca la realmente em risco, eu não posso achar isso certo!

Eu sei que posso usar o decote maior do mundo, a roupa mais curta que for, eu realmente não posso ser estuprada por esse motivo, isso é ridículo, jamais a culpa será da vitima, porém eu sei que não vou sair dessa maneira em certos lugares porque eu controlo a mim e não aos outros, é uma questão de se auto preservar do perigo, sabe?

Não me sinto oprimida por não sair de casa com uma pintura corporal e meter o FODA SE ao mundo, eu simplesmente sei que há lugares e lugares.

Você pode ser uma lady na rua, não xingar ninguém, tratar todos com educação e respeito, se valorizar, não dar margem para o perigo, agir com descrição, ser FEMININA, e na cama se realizar no sexo anal, (nossa ela falou anal) , sim ANAL, qual problema? Desde que você se sinta bem e a vontade para praticar o que você quiser, quem tem o direito de estipular o que você deve ou não ser e fazer, na sua PRIVACIDADE!

Veja que eu disse Privacidade, ok?

Você não precisa sair por ai e lutar pelo direito de todas as mulheres ao meu ver, se você lutar pelo seu direito, se você conquistar respeito para com você mesma, você automaticamente já está mudando o mundo, é logico que você pode lutar pela causa que você quiser, mas sempre se coloque em primeiro lugar, porque esse papo de Martírio e revolta definitivamente não combina!

Quem dá a cara, sabe das consequências, você feminista, abra mais o seu espaço, interaja mais com as pessoas , aceite que elas tenham suas próprias opiniões, aceite que vivemos num mundo regido por regras, e mesmo evoluindo nos direito temos que respeitar o próximo em primeiro lugar.

Quem prega liberdade deve aceitar que os outros ao seu redor possam ter ao mesmo desejo de serem livres.

Porque eu penso assim?

Porque eu sempre achei que era feminista, até eu perceber que eu não poderia defender que a mulher não tem o direito de abortar uma criança por livre e espontânea vontade, sem absolutamente nada de errado com a concepção, gestação e sim procurar assistência de adoção imediata dessa vida para uma outra família que tanto sonha em ter um bebê!

Porque eu jamais vou defender uma mulher que se porta como uma verdadeira vadia, assim como nunca irei defender um crápula que acha que tem o direito e a vantagem que for encima de uma mulher, mesmo ela sendo uma vadia. Eu não vou apontar o dedo e culpar ela se ela for vitima de algo jamais, mas, não acredito que seja uma conquista para mulher ter os mesmos “direitos” que homem nesse sentido, logo por que, não acho que ele tenha algum.

Porque eu nunca vou conseguir ser conivente com seguir uma cartilha sabe? Eu faço as minhas regras, não preciso me reportar a nada e a partir do momento que não aceitam a minha opinião e tentam incessantemente me convencer do contrário, acredito que isso seja de alguma forma repressor!

Eu pensei muito para formar a minha opinião a respeito, vi várias revistas feministas baterem a porta na minha cara por que não iriam abordar um tema de violência obstétrica como pauta, porque defendiam o aborto, oi?

Vocês já pensaram na dimensão do tamanho desse problema de saúde publica? Já viram pesquisas?

Viram como uma mulher é tratada num hospital e mandada voltar para casa com 40 semanas de gestação comprometendo a saúde do bebê e da mãe?

Se o feminismo não luta por isso, quem vai lutar?

EU VOU LUTAR!

Não existe absolutamente nada para confortar essas pessoas, essas famílias!

Por isso, para finalizar esse desabafo vos digo, antes de abortar uma criança porque não usou métodos contraceptivos, aliais de doenças também e não menos importantes, pense na dor de uma mãe que sonhou 9 meses com seu bebê e o perdeu nas mãos de ferro da violência obstétrica!

Agradeço a compreensão de todos e respeito as opiniões que contrariarem a minha!

Beijos.

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